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Ibovespa B3 inicia 2026 perto da estabilidade após alta de 34% no ano passado
Publicado 02/01/2026 • 14:29 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 02/01/2026 • 14:29 | Atualizado há 2 meses
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O Ibovespa B3 iniciou o primeiro pregão de 2026 em ritmo neutro, em uma sessão marcada por baixo volume e poucos catalisadores. Após avançar 34% em 2025 — melhor desempenho em nove anos — o índice oscila próximo da estabilidade, refletindo ajustes pontuais em Petrobras e desempenho positivo do setor financeiro.
Na abertura do ano, o Ibovespa B3 chegou a recuar para a faixa dos 160 mil pontos na mínima do dia e se aproximou dos 162 mil pontos no melhor momento da sessão. No fim da manhã, o índice registrava queda de 0,37%, aos 160.528,14 pontos, após atingir máxima de 161.956,56 pontos pouco depois da abertura.
A movimentação contida reflete o calendário esvaziado, em dia intermediário entre o feriado de Ano-Novo e o fim de semana.
As ações da Petrobras exerceram pressão negativa sobre o Ibovespa B3, com recuo superior a 1% tanto nos papéis ordinários quanto preferenciais. O movimento acompanha a queda dos preços do petróleo nos mercados de Londres e Nova York.
Já a Vale, principal ação do índice, apresentou desempenho discreto, operando próxima da estabilidade.
O setor financeiro, de maior peso no Ibovespa, foi o principal fator de equilíbrio do índice nesta primeira etapa da sessão. Entre os grandes bancos, os ganhos chegaram a cerca de 1% em ações do Bradesco ON e PN.
Na ponta positiva do índice também se destacaram Pão de Açúcar (+4,21%), SLC Agrícola (+2,69%) e RD Saúde (+1,96%).
Entre as maiores quedas do Ibovespa, figuraram empresas do setor de proteínas, como Minerva (-4,86%), BRF (-3,20%) e Direcional (-2,76%).
Segundo Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, a reação negativa reflete a decisão da China de impor cotas à importação de carne bovina. “O Brasil exportou cerca de 1,5 milhão de toneladas até novembro, enquanto a cota anunciada é de 1,1 milhão”, afirmou.
Na avaliação de Cruz, a decisão chinesa representa uma notícia negativa para o início do ano, dado o peso do país asiático como principal parceiro comercial do Brasil. Ainda assim, há espaço para redistribuição das exportações.
“O setor já mostrou capacidade de adaptação em outros momentos. Empresas como Minerva, JBS e Marfrig possuem plantas em países como Uruguai, Paraguai, Argentina, Austrália e Estados Unidos, o que permite acessar diferentes mercados e cotas”, explicou.
Apesar do cenário desafiador para frigoríficos, o estrategista destaca que o Ibovespa começa 2026 sustentado por setores mais defensivos, após um ano de forte valorização do índice.
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