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Governo da Venezuela convoca forças sociais e políticas a ativarem planos de mobilização
Publicado 03/01/2026 • 09:09 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 03/01/2026 • 09:09 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Incêndio no Fuerte Tiuna, o maior complexo militar da Venezuela, é visto à distância após uma série de explosões em Caracas no dia 3 de janeiro
Foto: Foto por STR / AFP
O governo da Venezuela convocou neste sábado (3) as “forças sociais e políticas” do país a ativarem planos de mobilização após o ataque militar dos Estados Unidos. Em comunicado oficial, Caracas classificou a operação como uma agressão destinada a se apoderar dos recursos naturais da Venezuela e pediu que a população vá às ruas em repúdio à ofensiva.
Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que forças americanas capturaram o presidente Nicolás Maduro e o retiraram do território venezuelano, junto com sua esposa.
Em nota, o governo da Venezuela declarou que rejeita e denuncia “a gravíssima agressão militar perpetrada pelo governo dos Estados Unidos contra o território e a população venezuelana”. O comunicado convoca todas as forças sociais e políticas a ativarem planos de mobilização contra o que chamou de “ataque imperialista”.
Segundo o texto, a população e a Força Armada Nacional Bolivariana estariam mobilizadas em uma “fusão popular-militar-policial” para garantir soberania e paz na Venezuela.
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De acordo com o governo, os ataques dos EUA ocorreram em áreas civis e militares de Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Até o momento, não há balanço oficial de mortos e feridos na Venezuela.
Autoridades afirmaram que as informações seguem em apuração diante da extensão dos bombardeios registrados em diferentes regiões do país.
O governo da Venezuela sustentou que a operação dos Estados Unidos viola a Organização das Nações Unidas, especialmente os artigos 1 e 2 da Carta da ONU, que tratam do respeito à soberania, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.
Segundo Caracas, a agressão ameaça a paz e a estabilidade internacional, com impactos diretos para a América Latina e o Caribe.
Ainda segundo o comunicado oficial, o objetivo central do ataque seria se apoderar de recursos estratégicos da Venezuela, em especial petróleo e minerais. O governo afirma que a ofensiva busca quebrar, pela força, a independência política do país.
A acusação reforça o discurso histórico de Caracas sobre disputas geopolíticas envolvendo o setor energético venezuelano.
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