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EUA podem suspender sanções à Venezuela já na próxima semana
Publicado 10/01/2026 • 19:51 | Atualizado há 15 horas
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Publicado 10/01/2026 • 19:51 | Atualizado há 15 horas
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REUTERS/Aaron Schwartz
Secretário Scott Bessent.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou à Reuters que novas sanções americanas contra a Venezuela podem ser suspensas já na próxima semana, com o objetivo de facilitar a comercialização de petróleo.
Segundo ele, o tema também será tratado em encontros previstos para os próximos dias com dirigentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, que devem discutir a retomada das relações com o país sul-americano.
Em entrevista concedida na noite de sexta-feira, Bessent disse que cerca de US$ 5 bilhões em Direitos Especiais de Saque (DES) pertencentes à Venezuela, atualmente bloqueados pelo FMI, poderiam ser utilizados no processo de reconstrução da economia venezuelana. “Estamos retirando as sanções sobre o petróleo que será vendido”, afirmou.
De acordo com o secretário, o Departamento do Tesouro avalia mudanças regulatórias para viabilizar a repatriação de recursos obtidos com a venda de petróleo estocado, grande parte dele mantida em navios, de volta à Venezuela. “Como podemos ajudar para que esse dinheiro retorne ao país, financie o governo, os serviços de segurança e chegue à população venezuelana?”, questionou.
Ao ser indagado sobre o prazo para a suspensão de novas medidas restritivas, Bessent afirmou que isso “poderia acontecer já na próxima semana”, sem detalhar quais sanções estariam envolvidas.
Leia também: Agenda de Trump sobre Venezuela e saúde amplia fissuras entre republicanos no Congresso
A iniciativa integra a estratégia do governo do presidente Donald Trump de buscar a estabilização da Venezuela e estimular o retorno de produtores americanos de petróleo ao país.As sanções impostas pelos Estados Unidos proibiram bancos internacionais e outros credores de realizar operações com o governo venezuelano sem autorização específica.
Segundo essas instituições, as restrições dificultam uma eventual reestruturação da dívida do país, estimada em US$ 150 bilhões, considerada essencial para a retomada do investimento privado.
Ainda na noite de sexta-feira, Trump assinou uma ordem executiva que impede tribunais ou credores de confiscar receitas do petróleo venezuelano mantidas em contas do Tesouro dos EUA. O presidente declarou que esses recursos devem ser preservados para apoiar a construção de “paz, prosperidade e estabilidade” na Venezuela.
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