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Bancos de investimento projetam retomada gradual do mercado em 2026 após quatro anos de queda
Publicado 12/01/2026 • 11:56 | Atualizado há 8 horas
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Publicado 12/01/2026 • 11:56 | Atualizado há 8 horas
KEY POINTS
Bancos esperam desaceleração da expansão do crédito
Pixabay
Após quatro anos consecutivos de retração nas receitas, bancos de investimento que atuam no Brasil avaliam que 2026 pode marcar o início de uma recuperação gradual do setor. A expectativa se baseia na melhora observada no mercado no fim de 2025 e na projeção de retomada das operações em renda variável, segundo dados da Dealogic.
Em 2025, as receitas com comissões somaram cerca de US$ 710 milhões, queda de 4% em relação ao ano anterior. O resultado reflete o baixo volume de ofertas de ações, a desaceleração das fusões e aquisições (M&As) e a acomodação das emissões em renda fixa após o pico de 2024.
No ranking por segmento, o JPMorgan liderou em equity capital markets (ECM), o BTG Pactual ficou à frente em M&As e o Itaú BBA ocupou a primeira posição tanto no ranking geral de receitas quanto em debt capital markets (DCM).
Executivos do setor apontam sinais recentes de reativação. “O que estamos vendo para 2026 é uma melhora do mercado, com equities mostrando um respiro”, afirmou Anderson Brito, head de investment banking do UBS BB. Segundo ele, recursos captados em ofertas podem impulsionar novas aquisições.
Apesar disso, a retomada dos IPOs deve ser gradual. A taxa básica de juros segue elevada. O Boletim Focus projeta Selic de 12,25% ao fim de 2026 e o cenário eleitoral tende a manter a volatilidade. Ainda assim, empresas como BRK Ambiental e Aegea avançaram com preparativos para abertura de capital, enquanto o PicPay optou por listagem nos Estados Unidos.
Leia também: Inflação sob controle? Veja os produtos que caíram de preço em 2025 e projeções para 2026
No mercado de M&As, a expectativa é de avanço tanto em novos anúncios quanto na conclusão de negociações iniciadas em 2025. Setores como infraestrutura e energia seguem entre os mais ativos, segundo bancos.
Mesmo com a perspectiva de melhora em ações, a renda fixa continua sustentando a atividade. Em 2025, as emissões de DCM somaram US$ 85,4 bilhões, recuo de 9,7% em relação a 2024. O Itaú BBA liderou em volume, com US$ 19,4 bilhões. No mercado doméstico, as emissões de dívida mantiveram patamar elevado, impulsionadas por debêntures incentivadas.
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