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Inflação sob controle? Veja os produtos que caíram de preço em 2025 e projeções para 2026
Publicado 12/01/2026 • 10:39 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 12/01/2026 • 10:39 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Foto: Freepik.
A inflação e a atividade econômica do país devem ver desaceleração em 2026. A avaliação é do relatório Focus, realizado pelo Banco Central.
Sendo assim, a projeção de inflação deste ano é uma alta de 4,06%, abaixo do teto da meta, conforme o boletim. Junto a isso, mantêm-se as expectativas de redução na Selic, a taxa básica de juros.
Contudo, o setor de serviços viu aumento acentuado em 2025 e deve continuar sendo um ponto de atenção do Banco Central neste ano. Isso porque, no ano passado, os preços de serviços ultrapassaram os 4,78% vistos em 2024, chegando até 6,01%. Paralelamente, as altas persistiram mesmo quando administradas pelo governo, saindo de 4,66% para 5,28%.
No que se refere especificamente ao IPCA, em 2025 o desempenho do índice foi favorável. Para isso acontecer, o cenário contou com a estabilidade das commodities e do câmbio. Consequentemente, a pressão sobre os preços de alimentos e bens industriais foram reduzidas.
Dessa forma, o BC projeta uma inflação aproximada de 4,8% em 2026 e 2027, fruto de um mercado de trabalho aquecido e real depreciado frente às incertezas fiscais.
Embora a inflação tenha tido uma queda gradual ao longo de 2025, o percentual acumulado ainda foi de 4,26% – quando o ideal era não ultrapassar 3%. Sendo assim, a política monetária do Brasil encara limitações.
Leia também:
Ainda em janeiro de 2026, o Comitê de Política Monetária irá se reunir para planejar possíveis cortes na taxa Selic entre março e abril, conforme à evolução da inflação de serviços.
Em 2025, a inflação do Brasil fechou em 4,26%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse foi o menor índice desde 2018 – de 3,75% – e está abaixo do teto da meta.
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Siga o Times | CNBCNesse sentido, a energia elétrica aparece como um dos principais impulsionadores da inflação. Isso porque, em 2025, viu um aumento de 12,31% e respondeu por 0,48% do Índice de Preços ao Consumidor-Amplo (IPCA).
Por outro lado, alimentos e bebidas variaram 2,95% no ano passado, enquanto em 2024 o percentual foi de 7,69% de oscilação. Nesse caso, os alimentos que mais tiveram queda de preço foram:
Já as principais quedas entre não alimentícios foram:
Entretanto, vale lembrar que o impacto da inflação e do IPCA varia de família em família. Isso porque o IPCA representa uma média nacional e não traduz, necessariamente, a percepção de inflação sentida por todas as famílias. Considerando que os padrões de consumo variam conforme renda, região e tipo de despesa, o impacto do aumento ou da queda de preços pode ser bastante diferente de um domicílio para outro, especialmente entre aqueles que concentram seus gastos em itens que tiveram altas mais expressivas ao longo do ano.
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