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Criador de “Dilbert”, Scott Adams morre aos 68 anos após câncer e carreira termina sob controvérsias

Publicado 13/01/2026 • 14:30 | Atualizado há 3 dias

KEY POINTS

  • Adams tornou-se figura política ativa, com apoio público a Donald Trump e defesa de pautas conservadoras.
  • A carreira do cartunista foi interrompida por polêmicas raciais em 2023, levando à retirada da tira de grandes veículos.
  • Sua trajetória reflete a polarização cultural e política que marcou o debate público nos EUA na última década.

Getty Images

O cartunista norte-americano Scott Adams, criador da tira cômica Dilbert, morreu aos 68 anos em sua casa, na Califórnia, em decorrência de um câncer de próstata. A informação foi confirmada nesta terça-feira por sua ex-esposa, Shelly Miles.

Adams alcançou fama mundial com Dilbert, sátira lançada em 1989 que ironizava a vida corporativa, a burocracia empresarial e a cultura de escritórios. No auge, a tira era publicada em cerca de 2.000 jornais ao redor do mundo, tornando-se um dos maiores fenômenos editoriais do gênero nas décadas de 1990 e 2000.

A morte foi anunciada por Shelly Miles em uma transmissão ao vivo no canal de YouTube do cartunista, Real Coffee with Scott Adams, em um pronunciamento emocionado.

Do sucesso global à ruptura com grandes veículos

Apesar do sucesso comercial, a trajetória de Adams passou a ser fortemente marcada por controvérsias nos últimos anos. Em 2023, diversos veículos, incluindo o Washington Post, deixaram de publicar Dilbert após Adams divulgar um vídeo em que classificava pessoas negras como um “grupo de ódio”.

A declaração foi feita após uma pesquisa do instituto conservador Rasmussen Reports sobre percepções raciais nos Estados Unidos. O episódio provocou forte reação da imprensa, de entidades civis e do mercado editorial.

O cartunista recebeu apoio público do bilionário Elon Musk, que acusou a mídia americana de racismo ao retirar a tirinha de circulação.

Política, Trump e polarização

Adams também se tornou uma figura polarizadora no debate político. Ele foi um apoiador declarado de Donald Trump, a quem apoiou desde a campanha presidencial de 2016.

Após a morte do cartunista, Trump prestou homenagem em sua rede social, Truth Social, descrevendo Adams como um “grande influenciador” e afirmando que ele demonstrou apoio em momentos em que isso “não estava na moda”.

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