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BC aponta falha patrimonial no BRB durante crise envolvendo o Banco Master; entenda
Publicado 19/01/2026 • 16:39 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 19/01/2026 • 16:39 | Atualizado há 4 horas
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Reprodução/Agência Brasília
EM EDIÇÃO BC identifica insuficiência patrimonial no BRB em meio à crise do Banco Master
O Banco de Brasília (BRB) recebeu uma comunicação formal do Banco Central apontando insuficiência patrimonial decorrente de transações financeiras realizadas com o Banco Master.
A carta, enviada nos últimos dias, cobra medidas de capitalização da instituição controlada pelo governo do Distrito Federal e amplia a pressão regulatória em meio às investigações que cercam a liquidação do Master e a tentativa frustrada de aquisição do banco pelo BRB, segundo informações publicadas pelo O Globo.
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O Banco Central identificou que operações envolvendo a compra de carteiras do Banco Master impactaram negativamente a posição patrimonial do BRB.
Diante do quadro, o regulador exigiu que o banco apresente soluções para recompor o capital, condição essencial para manter os indicadores prudenciais nas normas do sistema financeiro.
O BRB afirma que mantém diálogo permanente com o BC e que já possui um plano de capital com diferentes instrumentos de recomposição, a ser acionado caso os prejuízos sejam confirmados ao fim das apurações em curso.
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Em paralelo ao alerta do regulador, o BRB informou que realizou reunião com o liquidante do Banco Master para avançar nas tratativas de recuperação de valores devidos. Na condição de credor, a instituição afirma respeitar a ordem legal de prioridade, mas diz atuar para reaver integralmente os compromissos pendentes.
Segundo o banco, a segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta semana, pode ampliar as chances de ressarcimento ao permitir o bloqueio de bens ligados aos investigados.
O BRB também solicitou ao Supremo Tribunal Federal acesso às investigações que apuram irregularidades no Banco Master. O inquérito tramita sob alto grau de sigilo por decisão do ministro Dias Toffoli, o que restringe informações básicas do processo.
Foi protocolado pelo escritório contratado o pedido para a auditoria forense independente, para obter habilitação para acompanhar os procedimentos investigativos da Operação Compliance Zero. A instituição aguarda decisão da Justiça.
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Após a liquidação do Banco Master, em novembro, o BRB contratou o escritório Machado Meyer Advogados, com apoio técnico da Kroll Associates Brasil, para conduzir uma apuração independente relacionada às negociações para aquisição do banco, operação barrada pelo Banco Central meses antes.
Conforme o BRB, os resultados serão encaminhados exclusivamente a um Comitê Independente de Investigação, formado por executivos sem vínculo com a instituição no período analisado, conforma a reportagem publicada pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
Apontado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal como possível cúmplice em irregularidades atribuídas ao Banco Master, o BRB tenta reposicionar sua atuação.
O Conselho de Administração decidiu que o banco poderá pedir ingresso como assistente de acusação caso haja formalização de réus no processo.
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Para analistas do mercado, o movimento combina gestão de risco, preservação reputacional e tentativa de recuperação patrimonial em um caso que segue sob forte escrutínio.
As investigações indicam que o Banco Master pode ter vendido ao BRB cerca de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito inexistentes. O tamanho do eventual prejuízo ainda é avaliado pelo Banco Central e pela auditoria independente.
O BRB afirma que mantém patrimônio líquido de aproximadamente R$ 4,5 bilhões e patrimônio de referência de R$ 6,5 bilhões, opera normalmente e segue oferecendo todos os serviços financeiros.
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O Ministério da Fazenda negou qualquer tratativa, formal ou informal, entre o ministro Fernando Haddad, o governo do Distrito Federal ou a direção do BRB sobre a situação financeira do banco, após informações de que teria sido discutido um aporte bilionário.
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