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Will Bank: quem eram os antigos donos antes do Banco Master?
Publicado 21/01/2026 • 11:01 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 21/01/2026 • 11:01 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: divulgação/Will Bank.
Will Bank: quem eram os donos do antes do Banco Master?
O Banco Central anunciou, nesta quarta-feira (21), a liquidação extrajudicial da Will Financeira, uma das principais empresas que compõem o grupo econômico Will Bank. A decisão veio após o banco digital descumprir a grade de pagamentos do arranjo com a bandeira Mastercard, que sinalizou ao órgão regulador o comprometimento da situação econômica e financeira do Will Bank.
O Will Bank foi comprado pelo Banco Master em fevereiro de 2024. A aquisição oferecia 6 milhões de clientes a mais para a instituição financeira de Daniel Vorcaro, além de ampliar a presença nacional pelo banco digital popular no nordeste.
No entanto, antes da aquisição acontecer, o banco ainda estava sob controle de seus criadores.
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O banco digital Will Bank foi criado em 2017 por Felipe Felix, Giovanni Piana e Walter Piana (família Piana). De início, a fintech se chamava “Meu Pag!”, mas alterou o nome para “Will Bank” em 2019, quando o modelo de negócios foi repaginado para tornar-se um banco digital.
A empresa era parte de um grupo financeiro controlado pelo Grupo Avista, da família Piana. Nele, estavam inclusos:
Em geral, o objetivo do banco era incluir dar crédito à população de baixa renda, das classes C, D e E, que encara mais obstáculos para conseguir crédito em bancos tradicionais. Sendo assim, parte da estratégia era baseada na ausência de taxas e anuidade para prestação de serviços bancários – como rendimento em conta, transferências, investimentos e outros.
Leia também: Will Bank é do Banco Master? Veja como funciona a relação entre as duas instituições
Assim, conquistaram 60% dos seus clientes no nordeste. Desse percentual, metade morava em cidades com menos de 100 mil habitantes.
A estratégia funcionou e, em 2020, a empresa conquistou mais de R$ 500 milhões de receita. Em 2021, a XP Private Equity e a Atmos Capital tornaram-se investidoras do banco, aportando R$ 250 milhões. Consequentemente, ultrapassaram os R$ 800 milhões de receita bruta.
Já em 2022, o banco digital movimentou cerca de R$ 13 bilhões apenas por transações de cartão de crédito. Para manter o ritmo, aprovavam cerca de 100 mil e 150 mil cartões por mês.
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De acordo com relatório do BTG Pactual, em setembro de 2021 o banco contava com 408 mil clientes. Em 2024, quando foi vendido ao Master, entregou uma carteira de 6 milhões de clientes.
No entanto, já no relatório de 2022, os analistas do BTG apontavam para características que, posteriormente, poderiam se tornar obstáculos para o Will Bank. Como questões de capitalização, inadimplência e lucratividade.
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