Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
G7 está pronto para agir para estabilizar mercado de energia, diz ministra das Finanças do Japão
Publicado 10/03/2026 • 14:17 | Atualizado há 3 meses
O IPO da SpaceX foi um sucesso estrondoso; veja o que os investidores estão dizendo sobre o primeiro dia de negociação épico
Emirados Árabes Unidos negam relatos de transferência de fundos para o Irã
Família de deputada americana deve lucrar milhares de dólares com estreia histórica da SpaceX na bolsa
Queda do bitcoin reacende debate sobre investimento e reforça cautela de especialistas
EXCLUSIVO CNBC: Irã vai disputar Copa do Mundo nos EUA apesar de tensão militar, diz Gianni Infantino
Publicado 10/03/2026 • 14:17 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Wikimedia commons
Katayama Satsuki
A ministra das Finanças do Japão, Katayama Satsuki, afirmou que o G7 está comprometido em adotar as medidas necessárias para conter os efeitos dos conflitos no Oriente Médio. Segundo ela, o grupo concordou em apoiar o fornecimento global de energia e seguir com uma liberação coordenada de reservas de petróleo.
Katayama participou, na noite de segunda-feira (9), no horário do Japão, de uma reunião virtual dos ministros das Finanças do G7, realizada em meio à crescente preocupação com o abastecimento global de petróleo. O encontro também contou com a presença do diretor da International Energy Agency.
Após a reunião, a ministra disse a jornalistas que a agência solicitou aos países-membros uma liberação coordenada e imediata de reservas de petróleo para enfrentar a alta nos preços futuros do petróleo bruto.
Ela afirmou ainda ter destacado aos colegas a importância de manter o compartilhamento de informações entre os ministros das Finanças do G7 enquanto a situação no Oriente Médio permanece instável. Segundo Katayama, os países do grupo devem atuar de forma conjunta para enviar sinais ao mercado e implementar medidas no momento adequado.
A ministra ainda acrescentou que espera que os países do G7 realizem em breve uma reunião entre os ministros de Energia para discutir ações concretas.
Leia também: Trump diz que está disposto a negociar com o Irã
A iniciativa ganhou força após movimentação do presidente da França, Emmanuel Macron. A ministra delegada para Energia da França, Maud Bregeon, afirmou nesta terça-feira (10), em entrevista à emissora France 2, que os ministros de Energia do G7 devem se reunir à margem de uma cúpula internacional sobre energia nuclear em Paris.
“Reuniremos o G7 de Energia à margem da cúpula internacional sobre energia nuclear que acontece em Paris para avançar nessa questão, com o objetivo de reduzir os preços”, afirmou.
Segundo o Ministério francês da Economia, responsável também pela soberania energética do país, a reunião deve permitir uma troca de informações sobre os impactos da situação atual para o setor energético global, incluindo os desafios de abastecimento de petróleo e gás e as consequências para os preços.
A iniciativa foi proposta por Macron na segunda-feira (9) e ocorre 24 horas após uma reunião do G7 de Finanças já amplamente dedicada ao tema, em um momento em que os preços do petróleo ainda registravam alta.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no GoogleLeia mais: G7 de energia: entenda o que está sendo discutido no encontro
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
Instagram apresenta instabilidade nesta sexta-feira; usuários relatam falhas de acesso
2
Quando será o sorteio da Quina de São João? Veja data e prêmio
3
EUA bloqueiam acesso de estrangeiros ao Claude Fable 5, da Anthropic, por razões de “segurança nacional”
4
Os fiascos que o Claude Fable acumulou em 96 horas expõem a Anthropic e Dario Amodei a um vexame sem precedentes
5
Corte italiana avalia constitucionalidade de decreto que limitou dupla cidadania