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Em meio a crises, Trump posta sobre reforma de salão de festas da Casa Branca
Publicado 25/01/2026 • 21:20 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 25/01/2026 • 21:20 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Divulgação/Governo dos Estados Unidos
Casa Branca, sede do governo dos EUA
Enquanto os Estados Unidos lidam com uma sequência de crises internas e externas, uma tempestade de inverno e apagões elétricos, o presidente Donald Trump publicou um longo texto na rede social Truth sobre a reforma de um salão de festas da Casa Branca. A mensagem descreve o projeto como um presente ao país e critica ações judiciais contra a obra.
O texto publicado por Donald Trump detalha a reforma do salão de festas na Casa Branca, descrito pelo presidente como um projeto financiado por apoiadores privados, sem uso de recursos públicos. Na postagem, Trump afirma que a obra busca substituir estruturas temporárias usadas em grandes eventos oficiais, critica uma ação judicial movida por entidades de preservação histórica e sustenta que a construção já está em estágio avançado, com materiais encomendados e aval das Forças Armadas e do Serviço Secreto.
A publicação ocorre em momento de pressão sobre o governo federal. O Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas, o ICE, enfrenta questionamentos sobre operações, assassinatos, gestão e impacto humanitário, com reflexos políticos no Congresso e entre governadores.
A crise no ICE se soma a dificuldades operacionais relatadas por estados e municípios, que apontam gargalos no atendimento e conflitos de coordenação com autoridades locais. O tema ganhou espaço no debate público nas últimas semanas, ampliando o desgaste do Executivo.
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Ao mesmo tempo, uma onda de frio extremo atinge diversas regiões do país. Tempestades de neve afetaram estradas, aeroportos e cadeias de suprimento. Em vários estados, apagões interromperam serviços, elevaram custos emergenciais e pressionaram concessionárias de energia.
Os apagões ampliaram a cobrança por respostas federais. Autoridades estaduais pedem apoio logístico e financeiro para lidar com a sobrecarga dos sistemas elétricos e de aquecimento, enquanto a Casa Branca monitora impactos econômicos e sociais.
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No plano externo, o governo também enfrenta atritos diplomáticos com a Europa. Divergências comerciais, posições sobre segurança e disputas regulatórias voltaram à pauta, com trocas de críticas entre autoridades americanas e líderes europeus.
A decisão de Trump de destacar a reforma do salão de festas da Casa Branca em meio a esse cenário foi interpretada por aliados e opositores como uma tentativa de deslocar o foco do noticiário. O tema gerou reação no meio político, que cobra prioridade às crises internas e à agenda internacional.
“Estou construindo, além de tudo o mais que faço, um dos maiores e mais belos salões de baile do mundo, com mais de 300 milhões de dólares do dinheiro de grandes patriotas americanos, trabalhando em estreita colaboração, desde o início, com as Forças Armadas dos Estados Unidos e o Serviço Secreto. Trata-se de um PRESENTE (ZERO dinheiro do contribuinte!) aos Estados Unidos da América, no valor de 300 a 400 milhões de dólares (dependendo do escopo e da qualidade dos acabamentos internos!), para um espaço urgentemente necessário, solicitado por mais de 150 anos por presidentes e administrações anteriores, para que a Casa Branca não fosse mais obrigada a usar uma “tenda” barata e insegura para grandes e importantes EVENTOS DE ESTADO, jantares, reuniões, conferências e inaugurações já programadas (por razões de segurança, proteção e capacidade!), em um gramado da Casa Branca muito molhado e sujeito ao clima. Fazer um presente tão grande aos EUA foi considerado, por quase todos, “UMA COISA MARAVILHOSA A SE FAZER” — mas não; como de costume, fui processado, desta vez pelo Radical Left National (Não!) Trust for Historic Preservation, um grupo que não poderia se importar menos com o nosso país! Todo o aço estrutural, janelas, portas, equipamentos de ar-condicionado/aquecimento, mármore, pedra, concreto pré-moldado, janelas e vidros à prova de balas, cobertura antidrone e muito mais já foi encomendado (ou está pronto para ser), e não há maneira prática ou razoável de voltar atrás. É TARDE DEMAIS! Por que esses obstrucionistas e causadores de problemas não apresentaram essa ação sem fundamento muito antes? O Congresso nunca tentou, nem quis, impedir o projeto do salão de baile! Todos sabiam o que estava acontecendo na Casa Branca — um grande, belo presente aos Estados Unidos da América! Para os interessados, a pequena Ala Leste foi tão “desfigurada” e alterada, construída e reconstruída ao longo dos anos, que não guardava qualquer semelhança ou relação com o edifício original. Os chamados “preservacionistas”, que recebem dinheiro das fontes mais incomuns, não deveriam ter permissão para barrar essa adição urgentemente necessária à nossa GRANDE Casa Branca, um lugar que um presidente nunca precisou de autorização para mudar ou aprimorar, por causa do terreno especial em que se encontra, não importa quão grande (e importante!) seja esse aprimoramento. Além disso, neste caso, isso está sendo feito com o projeto, o consentimento e a aprovação dos mais altos níveis das Forças Armadas dos Estados Unidos e do Serviço Secreto. O simples ajuizamento dessa ação judicial ridícula já expôs, infelizmente, esse fato até então ultrassecreto. Interromper a construção, a esta altura, quando tanta coisa já foi encomendada e realizada, seria devastador para a Casa Branca, para o nosso país e para todos os envolvidos. Obrigado pela atenção a este assunto!
Presidente DONALD J. TRUMP”
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