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Cripto Brasil discute Lei Clarity nos EUA, projeções de mercado e tecnologia blockchain na mobilidade

Publicado 26/01/2026 • 06:01 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • O programa Cripto Brasil desta semana analisou o impasse regulatório nos Estados Unidos em torno da Clarity Act.
  • Em entrevista à CNBC americana, o diretor de políticas públicas da Coinbase ressaltou que a luta atual é sobre como a internet pode democratizar a transferência de valor via infraestrutura DeFi.
  • O programa também recebeu Antônio Farias, CPO da Mova, que lançou oficialmente um aplicativo que utiliza blockchain para auditar dados de mobilidade urbana e converter deslocamentos em créditos de carbono confiáveis.

O programa Cripto Brasil desta semana analisou o impasse regulatório nos Estados Unidos em torno da Clarity Act. O projeto de lei, que o Senado americano planejava votar ainda em janeiro, sofreu uma desaceleração devido a divergências entre o setor financeiro tradicional e a indústria de criptoativos.

O comentarista Rodrigo Batista explicou que o conflito central reside na visão sobre a regulação: enquanto bancos tradicionais buscam impor regras de vigilância e conformidade, o setor cripto defende a descentralização.

A Coinbase, maior exchange do mundo, retirou-se das discussões por discordar de pontos como a restrição à tokenização de ações e a proibição de pagamento de juros em stablecoins. Por outro lado, empresas como a Ripple demonstraram uma postura mais favorável ao formato atual da proposta.

Desafios de regulação e conformidade

Em entrevista à CNBC americana, o diretor de políticas públicas da Coinbase ressaltou que a luta atual é sobre como a internet pode democratizar a transferência de valor via infraestrutura DeFi. Ele demonstrou preocupação com a criação de uma “camada de vigilância presumida” em transações peer-to-peer, algo que não existe nos meios de pagamento tradicionais.

No Brasil, o programa lembrou que a Receita Federal foi pioneira na regulação, manifestando-se sobre o tema já em 2014. Atualmente, investidores brasileiros devem declarar lucros mensais superiores a R$ 35 mil e reportar o saldo de seus ativos na declaração anual de ajuste.

Projeções para 2026 e expansão do ecossistema

O presidente da Ava Labs demonstrou otimismo para o médio e longo prazo, projetando que o mercado de criptoativos pode atingir uma capitalização de US$ 40 trilhões (cerca de R$ 212 trilhões, na cotação atual).

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Segundo Rodrigo Batista, isso significaria um crescimento de mais de dez vezes em relação ao patamar atual de US$ 3 trilhões (R$ 15,9 trilhões).

Outro destaque foi a movimentação da Polygon Labs, que anunciou a aquisição da Coin.me e da Sequence. O objetivo é criar uma “pilha verticalmente integrada” que facilite a movimentação global de dinheiro, funcionando como uma espécie de “Venmo do mundo”. A estratégia sinaliza uma transição do foco puramente técnico para a melhoria da experiência do usuário final.

Tecnologia blockchain e sustentabilidade

O programa também recebeu Antônio Farias, CPO da Mova, que lançou oficialmente um aplicativo que utiliza blockchain para auditar dados de mobilidade urbana e converter deslocamentos em créditos de carbono confiáveis.

Farias destacou que a regulação, tanto na Europa (CBAM) quanto no Brasil (CVM 193), passará a exigir maior rigor na auditoria de emissões de carbono. O protocolo da Mova utiliza telemetria via smartphones para validar trajetos reais e evitar as fraudes que historicamente afetaram o mercado de créditos de carbono. A empresa, que já conta com mais de 1.300 usuários em fase beta, planeja expandir sua atuação por meio de parcerias B2B com frotas logísticas e empresas de auditoria.

O programa Cripto Brasil vai ao ar toda quarta-feira, às 14h30 (horário de Brasília), no Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.

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