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Caiado se filia ao PSD e avisa: “O objetivo é derrotar o PT e o Lula”

Publicado 28/01/2026 • 19:54 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Caiado migrou para o PSD buscando o apoio que não teria no União Brasil, aceitando disputar a indicação interna contra Ratinho Júnior e Eduardo Leite.
  • Para superar o desconhecimento nacional (51% segundo a Quaest), ele aposta nos índices de segurança e na sua aprovação de 80% como prova de competência.
  • O governador prevê uma crise fiscal severa em 2027, comparando o atual governo ao período Dilma, e se posiciona como o nome para "derrotar o PT".

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, oficializou sua saída do União Brasil para se filiar ao PSD, de Gilberto Kassab.

Em entrevista exclusiva ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, o governador confirmou que a mudança é estratégica para viabilizar seu projeto de disputar a presidência da república em 2026.

Caiado explicou que o União Brasil, após a federação com o PP, optou por não priorizar uma candidatura majoritária nacional.

Segundo ele, o preferiu focar em redutos estaduais e na eleição de deputados federais, o que tornou sua postulação inviável dentro da antiga legenda.

A disputa interna no PSD

No novo partido, Caiado dividirá as atenções com outros dois nomes: Ratinho Júnior (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).

O governador goiano afirmou que a definição do candidato não será baseada em critérios pessoais, mas em uma análise técnica conduzida por lideranças políticas e empresariais.

“O convencimento nosso será na nossa capacidade de trabalho e na nossa determinação, dentro de uma análise que será feita por um conselho que vai opinar qual é o perfil mais adequado para fazer o enfrentamento a uma candidatura contra o Lula“, afirmou o governador.

Mesmo aparecendo em segundo lugar em algumas pesquisas internas, atrás de Ratinho Júnior, Caiado minimizou os números atuais. Ele aposta no desempenho de sua gestão em Goiás, especialmente em áreas como segurança pública e educação, para conquistar a confiança do diretório nacional.

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Palanques e estratégia eleitoral

Questionado sobre a fragmentação do PSD, que possui alas alinhadas ao governo Lula, Caiado foi enfático ao dizer que terá palanques independentes. Ele citou o exemplo da Bahia, onde, se for o candidato, subirá no palanque de ACM Neto, ignorando alianças locais do PSD com o PT.

Sobre a possibilidade de compor uma chapa pura com os outros governadores do partido, ele descartou a ideia de ser vice de Leite ou Ratinho. Para Caiado, a escolha do vice deve ser estratégica para atingir regiões onde a direita tem menor penetração, e não apenas para acomodar aliados.

Críticas severas ao Governo Federal

Durante a entrevista, o governador não poupou críticas à atual gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. Ele comparou o cenário econômico atual ao período que antecedeu a crise do governo Dilma Rousseff, prevendo um cenário de “deterioração completa” para o ano de 2027.

O problema nosso não é 2026. O problema é 2027, que vai ser uma ‘Dilma II‘. Depois dessa gastança toda, com esse nível de endividamento, nós teremos desemprego e descrédito em todas as áreas”, disparou Caiado.

Desconhecimento nacional e Segurança Pública

Com 51% da população afirmando não conhecê-lo (segundo a pesquisa Genial/Quaest), Caiado pretende usar Goiás como vitrine. Ele desafiou os eleitores a conferirem os índices do estado, citando que possui a “melhor segurança pública do Brasil” e 80% de aprovação popular.

“O que eu gostaria é que vocês não ficassem apenas ligados no que eu estou dizendo, mas que pudessem conferir com qualquer goiano. Vá lá e pergunte o que o Caiado fez. Nenhum governador atingiu 80% de aprovação“, pontuou.

Ao encerrar, o governador pregou a união da centro-direita no segundo turno. Apesar de uma possível concorrência com Flávio Bolsonaro, Caiado afirmou que seu foco não é o embate interno, mas sim evitar o que chamou de “venezuelização” do Brasil sob o domínio do PT.

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