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Regiões de Goiânia devem concentrar valorização imobiliária em 2026
Publicado 01/02/2026 • 06:00 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 01/02/2026 • 06:00 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Divulgação
Perspectiva futura da implantação do Cidade do Amanhã, em Aparecida de Goiânia
Áreas nas regiões Norte e Sudoeste de Goiânia, além de Aparecida de Goiânia, aparecem entre as principais apostas do setor imobiliário para novos lançamentos e valorização nos próximos anos.
Nos últimos 12 meses, a região Sudoeste registrou a maior alta média no preço de venda de imóveis residenciais, com valorização de 11,7%, segundo levantamento da Datazap de dezembro de 2025. Na sequência aparecem Setor Central (10,16%) e região Sul (9%).
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Parte desse movimento é associada ao crescimento populacional em bairros como Parque Oeste Industrial, que ampliou em 83% o número de domicílios entre 2010 e 2022, de acordo com o IBGE.
Segundo a especialista em locação imobiliária Agni Aguiar, a expansão urbana consistente e a oferta de terrenos maiores ajudam a explicar o avanço da região Oeste/Sudoeste. “Esse movimento é impulsionado principalmente pela expansão viária, crescimento residencial acelerado e busca por melhor custo-benefício para moradia e investimento”, explica.
A demanda por serviços acompanha a expansão residencial, estimulando projetos comerciais. Um exemplo é o Asa Mall, no Parque Oeste Industrial, com mais de 2 mil m² de área bruta e modelo de lojas em espaços abertos.
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Na região Norte, o mercado aposta na busca por qualidade de vida e maior proximidade com áreas verdes, tendência que ganhou força após a pandemia. O local concentra loteamentos e condomínios horizontais e tem recebido investimentos em infraestrutura, como a duplicação da GO-402 e futuras conexões com a GO-080 e a Via Parque.
Para o empresário Paulo Silas, sócio da Sim Incorporadora, o potencial está ligado à disponibilidade de áreas e obras estruturantes. “A Região Norte foi escolhida pelo potencial de crescimento e pelos investimentos em infraestrutura urbana”, afirma.
Empreendimentos voltados a esse perfil de público já começam a ocupar a região, com foco em espaço, contato com a natureza e qualidade de vida.
Aparecida de Goiânia também ganha destaque na estratégia das incorporadoras. O município tem ampliado relevância econômica com o fortalecimento do setor logístico e industrial, o que impacta diretamente a demanda imobiliária.
Dados do IBGE mostram que o PIB local passou de R$ 16,9 bilhões para R$ 20,8 bilhões, superando Anápolis e posicionando a cidade como o terceiro maior PIB de Goiás, atrás apenas de Rio Verde e Goiânia.
Para Eduardo Oliveira, sócio-fundador da Cinq, a diversificação econômica sustenta o crescimento imobiliário. “A diversidade de trabalho nos polos industriais e logísticos impulsiona a expansão urbana. Os condomínios horizontais acompanham esse movimento”, afirma.
A empresa prepara novos projetos na cidade, incluindo um complexo urbano com área de 310 hectares que deve integrar moradia, serviços, comércio e lazer.
A expansão residencial tem impulsionado também o segmento comercial. Segundo João Victor Vilela, da Soares Empreendimentos, a demanda cresce especialmente em regiões de expansão urbana e áreas conectadas a municípios vizinhos, como o eixo Goiânia-Trindade.
Bairros tradicionais e centrais como Marista, Setor Sul, Bueno, Setor Oeste, Jardim América e Jardim Goiás devem continuar com valorização, mas com menor volume de novos projetos devido à escassez de terrenos.
Nessas áreas, a tendência é de empreendimentos mais compactos, voltados a públicos específicos. “Há procura por imóveis funcionais, bem localizados e com ticket mais acessível, especialmente para jovens casais, investidores e moradia individual”, diz Silas.
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