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Uso de Ozempic e Mounjaro ainda não impacta o consumo de alimentos no Brasil; entenda
Publicado 01/02/2026 • 21:55 | Atualizado há 3 horas
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A disseminação do uso de canetas emagrecedoras à base de GLP-1, como Ozempic e Mounjaro, ainda não tiveram um impacto significativo no volume de consumo de alimentos no Brasil. Segundo levantamento da Scanntech, empresa de inteligência de mercado, os dados mais recentes do varejo nacional não demostram mudanças relevantes.
Porém, já é possível observar um aumento no interesse por alimentos à base de proteínas, que pode estar relacionado ao uso destes medicamentos, e uma diminuição nas vendas de produtos açucarados e calóricos, durante o ano de 2025.
O levantamento da empresa, que analisou 13 bilhões de tickets no canal alimentar e 2 bilhões no canal farmacêutico, mostra que houve um crescimento de 117,1% nas vendas de produtos com whey protein e uma alta de 84,1% em produtos contendo creatina.
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Além disso, outros alimentos relacionados à alimentação saudável também apresentaram um número maior de vendas, como cereais proteicos, com uma alta de 18,4%, iogurtes proteicos, com mais 22,5% e leites saborizados com alto teor de proteína, com alta de 15,8%.
Apesar dos dados, a empresa ressalta que o mercado deste tipo de medicamento ainda não é tão difundido no Brasil e que a análise em países como os Estados Unidos, onde as canetas emagrecedoras são mais utilizadas, demonstra, sim, uma redução no consumo de alimentos pelos pacientes.
De acordo com a Cornell University, da SC Johnson College of Business, os pacientes em tratamento com medicamentos à base da GLP-1 reduziram em média 5,3% do consumo de alimentos, após seis meses de uso, de forma gradual.
Por conta disso, Priscila Ariani, Diretora da Scanntech e responsável pelos estudos da empresa, avalia que é possível que o impacto dos medicamentos aumente ao longo do tempo, ainda mais com fatores como a queda de patente e um aumento da utilização das canetas.
“Diante disso, o que já se observa é um movimento na categoria de saudabilidade, com incentivo ao crescimento do consumo de proteína e queda de produtos mais calóricos. Tanto a indústria quanto o varejo estão se adaptando a essa mudança massiva”, diz ela.
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