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Bolsas europeias recuam com cautela global e queda da Rheinmetall pesa em Frankfurt
Publicado 05/02/2026 • 09:39 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 05/02/2026 • 09:39 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
Benoit Tessier/Reuters
Bolsas europeias operam sem direção única
As bolsas europeias perderam fôlego ao longo da manhã desta quinta-feira (5), com investidores reduzindo posições antes das decisões de política monetária na Europa. O movimento foi puxado por Frankfurt, onde a forte queda das ações da Rheinmetall pressionou o índice local.
Por volta das 7h38 (horário de Brasília), o índice Stoxx 600 avançava 0,43%, mas mostrava perda de tração. Londres recuava 0,31%, Paris subia 0,16% e Frankfurt caía 0,31%. Milão registrava baixa de 0,36%, Lisboa recuava 0,81% e Madri liderava as perdas, com queda de 1,2%.
O mercado opera em compasso de espera pelas decisões do Banco Central Europeu e do Banco da Inglaterra, com expectativa majoritária de manutenção dos juros.
Leia também: Pacto de armas nucleares entre Rússia e EUA expira e risco de conflito atômico cresce
O índice alemão foi pressionado pela queda de cerca de 6,4% das ações da empresa do setor de defesa Rheinmetall, que lideraram as perdas do DAX. O movimento ocorre em meio a sinais de alívio no risco geopolítico.
Estados Unidos e Irã anunciaram acordo para iniciar negociações nucleares em Omã, reduzindo tensões que vinham sustentando prêmios em papéis ligados ao setor de defesa.
No noticiário corporativo, as ações do BNP Paribas subiam cerca de 3% em Paris, apoiadas por revisão positiva de projeções. Em Madri, o Santander caía 1,12%, ampliando as perdas após o anúncio da compra do Webster Financial.
No setor farmacêutico, a Novo Nordisk recuava 1,4%, prolongando o impacto negativo do balanço e das projeções da fabricante do Ozempic e do Wegovy.
Em Londres, a Shell cedia cerca de 1%, após divulgar queda no lucro e em um pregão marcado por baixa nos contratos futuros do petróleo.
Entre as mineradoras, a Fresnillo recuava 4,2%, a Antofagasta perdia 1,2% e a Anglo American caía 1,0%.
Na contramão, a ArcelorMittal subia cerca de 3% em Amsterdã, reagindo a resultados mais fortes e ao anúncio de dividendos.
No campo macroeconômico, as vendas no varejo da zona do euro recuaram mais do que o esperado, reforçando o tom cauteloso. Em contraste, a Alemanha divulgou dados acima das projeções para encomendas à indústria, oferecendo suporte pontual ao sentimento dos investidores.
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