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Bad Bunny promete destaque à cultura porto-riquenha no show do intervalo do Super Bowl
Publicado 05/02/2026 • 21:55 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 05/02/2026 • 21:55 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Divulgação.
O artista porto-riquenho Bad Bunny garantiu na quinta-feira (5) que daria destaque à cultura de sua ilha durante o aguardado show do intervalo do Super Bowl, um espetáculo muito esperado que provoca a ira dos apoiadores do presidente americano Donald Trump.
Figura de destaque do reggaeton e do trap latino, o porto-riquenho de 31 anos deve realizar no domingo o primeiro show do Super Bowl totalmente em espanhol.
Premiado no último final de semana com o Grammy de Álbum do Ano em Los Angeles (uma primeira vez para um disco em espanhol), o cantor havia criticado duramente no palco a política migratória repressiva do presidente americano.
Em uma coletiva de imprensa na quinta-feira em São Francisco, Bad Bunny, no entanto, evitou falar de política, prometendo “uma festa enorme”.
“Quero, claro, trazer muita da minha cultura para o palco”, prometeu o artista, vestido com um longo casaco de pele e usando um gorro com orelhas de coelho.
Recusando-se a revelar o conteúdo do espetáculo, ele declarou que os espectadores “só terão que se preocupar em dançar”.
“Eles nem precisarão aprender espanhol”, acrescentou.
Leia mais:
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A escolha de Bad Bunny para se apresentar nesse show de alcance mundial gerou uma onda de críticas entre os trumpistas, que o acusam de cantar em espanhol e de defender a imigração e os direitos das pessoas LGBTQ+.
“Acho que foi uma escolha muito ruim. Tudo o que isso faz é semear ódio. É terrível”, afirmou Donald Trump em uma entrevista ao New York Post em janeiro.
Enquanto ele havia comparecido no ano passado, o presidente americano desta vez não irá ao evento principal da NFL, que colocará frente a frente os Seattle Seahawks e os New England Patriots em Santa Clara, Califórnia.
“É simplesmente muito longe”, disse ele ao veículo de Nova York.
O veículo progressista americano Zeteo relatou na terça-feira que os conselheiros de Donald Trump, cuja popularidade está em queda nos EUA, na verdade lhe recomendaram não ir para evitar ser vaiado.
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