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Anfavea recebe apoio de centrais e sindicatos de trabalhadores contra volta dos incentivos à importação de kits CKD e SKD
Publicado 12/02/2026 • 09:34 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 12/02/2026 • 09:34 | Atualizado há 4 horas
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Pixabay
Anfavea recebe apoio de centrais contra incentivo à importação de kits CKD
A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) recebeu apoio de 19 centrais sindicais e sindicatos de metalúrgicos pela não renovação do incentivo à importação de veículos desmontados nos formatos CKD (completely knocked down) e SKD (semi knocked down).
As entidades enviaram cartas ao presidente da República e a ministérios da área econômica pedindo o fim das cotas isentas de Imposto de Importação para kits de veículos elétricos e híbridos desmontados.
O regime concedeu isenção total por seis meses e venceu em 31 de janeiro. A Anfavea defende que o encerramento seja definitivo, embora o tema possa voltar à pauta da Câmara de Comércio Exterior (Camex).
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Segundo levantamento da Anfavea, o setor automotivo paga, em média, salários cerca de duas vezes superiores aos do restante da indústria de transformação e apresenta maior tempo médio de permanência no emprego.
A entidade também destaca maior exigência de escolaridade e papel relevante em pesquisa e desenvolvimento.
“Todas essas características se perderiam num modelo de fabricação que envolvesse apenas a montagem de kits em larga escala”, afirmou Igor Calvet, presidente da associação.
Para a Anfavea, a simples montagem de veículos importados reduziria o nível de complexidade produtiva e poderia comprometer a política de reindustrialização.
Assinam a carta entidades como Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, entre outras.
No documento, os representantes afirmam que a renovação das cotas, especialmente em volumes elevados, teria impacto negativo sobre empregos qualificados e sobre a cadeia automotiva nacional.
“A renovação dessas cotas implicará impactos negativos ao processo de reindustrialização do país, ameaçando empregos qualificados em toda a cadeia automotiva”, diz trecho da carta.
A discussão ocorre em meio à implementação do programa Nova Indústria Brasil (NIB), que busca estimular produção local e adensamento tecnológico.
Outras entidades do setor, como o Sindipeças, também manifestaram apoio à posição da Anfavea, assim como federações industriais de estados com fábricas de veículos e motores.
O tema deverá ser analisado nas próximas reuniões da Camex, que pode decidir sobre eventual retomada ou não do benefício fiscal.
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