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Apollo 11: como foi a missão que levou o homem à Lua?
Publicado 18/02/2026 • 14:30 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 18/02/2026 • 14:30 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: NASA.
Antes da Artemis 2, a NASA realizou a Apollo 11, a primeira missão tripulada dos Estados Unidos para levar a humanidade à superfície da Lua. O marco aconteceu no dia 20 de julho de 1969, com os astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins, no foguete Saturno V.
Na época, os objetivos da missão consistiam em: pousar na Lua, fazer experimentos e retornar à Terra em segurança. Ademais, os anos 1960 e1970 foram marcados pelo contexto da Guerra Fria, que alimentava a Corrida Espacial entre Estados Unidos e União Soviética.
Leia mais: NASA: quem são os astronautas da Artemis 2 e por que a missão é histórica?
Sendo assim, a Apollo 11 era parte do Programa Apollo, da NASA, que realizou diversas missões para demonstrar a superioridade tecnológica dos Estados Unidos naquela época.
A missão Apollo 11 possuía uma estrutura composta por três segmentos principais. O primeiro era o Módulo de Comando, que concentrava os sistemas de operação da nave e abrigava a cabine dos astronautas, denominada Columbia, conforme a Invivo. Essa foi a única parte da espaçonave que retornou ao planeta Terra ao final da missão.
Outro componente fundamental era o Módulo Lunar, batizado de Eagle (que significa “águia” em inglês). Ele era formado por duas partes distintas: uma destinada à alunissagem, responsável pela descida até a superfície da Lua, e outra projetada para a decolagem e reencontro com o módulo principal após a permanência no solo lunar.
Entre o Módulo de Comando e o Módulo Lunar localizava-se o Módulo de Serviço, cuja função era fornecer suporte operacional à missão. Nesse compartimento estavam instalados os motores e os sistemas essenciais para a manutenção das condições de sobrevivência da tripulação, garantindo o funcionamento adequado da nave durante a viagem.
Em geral, o programa levou 18 astronautas até a órbita lunas. Desse total, 12 chegaram a caminhar na superfície da Lua e 6 permaneceram na nave para comandar o retorno. Esses feitos aconteceram nas missões posteriores a Apollo 11, que datam:
Com todas essas missões, a NASA coletou diversas amostras e conseguiu ampliar o tempo no satélite natural, dando ao programa o título de maior missão espacial do mundo.
Leia mais: Foguete SLS da Nasa leva astronautas de volta à Lua após 54 anos
Em 1967, a NASA realizou a missão Apollo 1, que acabou em tragédia quando os astronautas Gus Grissom, Ed White e Roger B. Chaffee morrera em um incêndio durante testes em solo. Desde então, os protocolos de segurança foram completamente reavaliados.
Já no ano seguinte, a missão 8 enviava a primeira tripulação para orbitar a Lua. Na 9, o programa testou o módulo lunar em órbita terrestre e na 10 os astronautas ensaiaram o pouso, testando o módulo lunar em órbita da Lua.
Leia mais: Artemis 2: o que a missão vai testar antes do retorno humano à Lua?
Especificamente na Apollo 11, Armstrong e Aldrin desceram à superfície na região do Mar da Tranquilidade, formada por lava basáltica solidificada, segundo o Museu da Vida. Com Armstrong descendo primeiro, surgiu a famosa frase: “um pequeno passo para um homem, um salto gigante para a humanidade”.
A dupla de astronautas da missão 11 permaneceram quase 22h na Lua, mas apenas 2h40 foram utilizadas para caminhar fora do módulo. Ali, aproveitaram para coletar amostras de rochas lunares e realizar outros experimentos científicos. Enquanto isso, Collins permanecia na nave para operá-la e garantir que a missão saísse como o planejado.
De acordo com a BBC, estima-se que o custo total do programa Apollo foi de US$ 25 bilhões, o equivalente a US$ 175 bilhões nos dias de hoje. Convertendo para real, seria o equivalente a R$ 915,25 bilhões.
Na época, a NASA chegou a representar 5% do gasto total do governo, embora John F. Kennedy – presidente dos EUA naquele período – não fosse o maior entusiasta da missão.
Mais de cinco décadas após o fim do Apollo, a NASA tenta retomar voos tripulados ao redor da Lua por meio do programa Artemis. Segundo publicado anteriormente, em fevereiro de 2026, a agência adiou a missão Artemis 2 após identificar um vazamento de hidrogênio líquido durante um teste de abastecimento na plataforma de lançamento.
O problema interrompeu o ensaio e levou à redefinição da janela de lançamento, agora prevista para março ou abril. A missão deve levar quatro astronautas em uma viagem de aproximadamente dez dias ao redor da Lua, sem pouso.
A Artemis 2 será responsável por testar sistemas de suporte à vida, navegação, exposição à radiação e integridade estrutural da cápsula Orion, lançada pelo foguete Space Launch System, considerado o mais potente em operação atualmente.
O adiamento reforça os desafios técnicos enfrentados pela nova geração de missões lunares. A agência afirma que a segurança da tripulação permanece como prioridade absoluta. Se for bem-sucedida, a Artemis 2 abrirá caminho para a Artemis 3, que pretende levar astronautas novamente à superfície lunar, retomando um feito interrompido desde 1972, com o Apollo 17.
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