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Ata do Fed revela divisão sobre juros e preocupação com inflação persistente
Publicado 18/02/2026 • 17:10 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 18/02/2026 • 17:10 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Divulgação
Fachada do Federal Reserve, em Washington
O Federal Reserve divulgou, nesta quarta-feira (18), a ata da reunião realizada em 27 e 28 de janeiro de 2026. O documento detalha as discussões que levaram à manutenção da taxa básica de juros no intervalo entre 3,50% e 3,75% ao ano.
Embora a decisão tenha sido majoritária, o texto expõe um Comitê de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) dividido sobre o ritmo do afrouxamento monetário, com uma postura cautelosa diante de indicadores de preços que permanecem elevados.
A ata mostrou que vários participantes acreditam que novos cortes provavelmente seriam apropriados se a inflação recuar conforme o esperado. No entanto, o tom de cautela predominou, com integrantes sugerindo que a taxa deve ficar estável por algum tempo enquanto o Comitê monitora os dados.
Alguns membros foram além, afirmando que um afrouxamento monetário adicional pode não ser justificado até que o processo de desinflação esteja “firmemente de volta aos trilhos”.
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A maior surpresa do documento foi a menção de que alguns participantes cogitaram uma descrição bidirecional para decisões futuras. Isso incluiria a possibilidade de elevar os juros caso a inflação permaneça acima da meta de 2%. A maioria dos integrantes alertou que o risco de os preços ficarem persistentemente altos é significativo, citando pressões de demanda e o impacto de tarifas de importação.
Sobre o emprego, os membros concordaram que os ganhos de vagas continuam baixos, mas a taxa de desemprego, que atingiu 4,4% em dezembro 2025, deu sinais de estabilização. A visão predominante é de que os riscos de queda no emprego diminuíram nos últimos meses, equilibrando-se com os riscos inflacionários.
O Fed reafirmou seu forte compromisso em atingir o pleno emprego e trazer a inflação para a meta de longo prazo.
Para garantir a fluidez do sistema financeiro, o Comitê aprovou diretrizes para operações de mercado aberto a partir de 29 de janeiro. O plano inclui:
A próxima reunião do Comitê está agendada para ocorrer em 17 e 18 de março, quando os diretores terão novos dados sobre o PIB e o consumo para decidir se iniciam, enfim, o ciclo de cortes esperado pelo mercado.
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