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Ministério Público junto ao TCU pede a Haddad para enfrentar falhas do FGC
Publicado 19/02/2026 • 20:57 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/02/2026 • 20:57 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) pediu ao Ministério da Fazenda providências para enfrentar falhas apontadas na gestão do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por assegurar depósitos e aplicações financeiras em caso de quebra de instituições.
Em ofício encaminhado à pasta, o subprocurador-geral Lucas Furtado solicita que o ministro Fernando Haddad avalie a possibilidade de submeter o tema ao Conselho Monetário Nacional (CMN), órgão responsável por fixar diretrizes para o sistema financeiro. A iniciativa pode resultar na revisão dos critérios atualmente adotados na administração do fundo.
Para o MPTCU, as regras em vigor não têm sido suficientes para resguardar a solidez do Sistema Financeiro Nacional. Na avaliação do órgão, o modelo de governança pode ter aberto brechas para distorções, com potencial de comprometer a credibilidade de um instrumento considerado central para a estabilidade do mercado.
Fontes afirmaram ao Times Brasil | Licenciado Exclusivo CNBC que o assunto tem destaque na Fazenda e que novas medidas de ajuste no FGC vêm sendo discutidas pelo Banco Central com instituições financeiras.
O debate ganhou força após a liquidação extrajudicial do Banco Master e de instituições do mesmo conglomerado. O volume de recursos mobilizado pelo FGC para cobrir liquidações recentes já supera o lucro anual de grandes bancos brasileiros e reacendeu questionamentos sobre o nível de risco no sistema.
Levantamento de Einar Rivero, da Elos Ayta Consultoria, a pedido do Times Brasil — Licenciado Exclusivo da CNBC, aponta que o montante a ser reembolsado pelo fundo alcançou R$ 52,8 bilhões, considerando valores confirmados e estimados.
A cifra supera o lucro líquido do Itaú Unibanco em 2025, que somou R$ 45,67 bilhões — diferença de cerca de R$ 7 bilhões. O banco é atualmente a companhia de maior valor de mercado da B3, avaliada em mais de R$ 507 bilhões.
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