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Greve geral na Argentina cancela mais de 200 voos no mundo e atinge Guarulhos
Publicado 19/02/2026 • 07:26 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 19/02/2026 • 07:26 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
A Argentina enfrenta nesta quinta-feira (19) uma greve geral convocada pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), principal central sindical do país, em protesto contra a reforma trabalhista proposta pelo governo do presidente Javier Milei. A paralisação ocorre enquanto o projeto começa a ser analisado na Câmara dos Deputados, após aprovação no Senado.
A expectativa do governo é que a proposta seja votada até o início de março, mas a mobilização sindical amplia a pressão política sobre os parlamentares.
Leia também: Sindicato da Argentina convoca greve contra reforma trabalhista de Milei
A paralisação já provoca impactos diretos no transporte aéreo. Pelo menos 21 voos entre Brasil e Argentina foram cancelados ou reprogramados, segundo informações de aeroportos e companhias aéreas.
A Aerolíneas Argentinas anunciou o cancelamento de 255 voos, incluindo rotas internacionais. Outras empresas, como Gol, Latam e Jetsmart, também informaram alterações nas operações.
A greve conta com adesão de pilotos, funcionários aeroportuários e trabalhadores do setor de combustível, o que compromete as operações em importantes cidades como Buenos Aires, Córdoba, Mendoza e Rosário.
A expectativa é de paralisação ampla das atividades aeroportuárias ao longo do dia.
Leia também: Reforma trabalhista de Milei: o que muda na jornada, nas greves e nas demissões na Argentina
Além da aviação, sistemas de ônibus, metrô e trens também aderiram ao movimento, com maior impacto previsto na região de Buenos Aires.
A mobilização ocorre às vésperas da votação do projeto e deve ser acompanhada por protestos nas ruas, elevando a tensão política no país.
Em resposta, o governo orientou a imprensa a adotar medidas de segurança e alertou para possíveis situações de risco durante as manifestações.
Leia também: Milei avança com reforma trabalhista na Argentina e endurece segurança após protestos violentos
A proposta enviada pelo governo Milei é considerada uma das maiores mudanças na legislação trabalhista argentina em décadas, com alterações em regras que remontam aos anos 1970.
Entre os principais pontos do projeto estão:
O governo argumenta que a reforma busca reduzir custos trabalhistas e estimular a formalização, em um país onde cerca de 40% dos trabalhadores estão na informalidade.
Esta é a quarta greve geral convocada pela CGT desde o início do governo Milei, em 2023, evidenciando a resistência de sindicatos às medidas econômicas da atual gestão.
A mobilização ocorre em um momento sensível, com a votação do projeto no Congresso e aumento da pressão popular. O desfecho da reforma pode ter impacto direto no cenário econômico e político argentino nos próximos meses.
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