Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Caso Master: Mendonça redefine regras da investigação e libera perícia em 100 dispositivos eletrônicos
Publicado 19/02/2026 • 21:26 | Atualizado há 2 meses
Spirit Airlines pode entrar em liquidação nesta semana, segundo fontes
Diretor de veículos elétricos deixa Ford em meio à reestruturação
Presidente da FIFA afirma que seleção iraniana “com certeza” estará na Copa
Morgan Stanley supera estimativas com receita de trading US$ 1 bilhão acima do esperado
Ações da Snap saltam 11% após plano de cortar 16% da força de trabalho com foco em eficiência via IA
Publicado 19/02/2026 • 21:26 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Fellipe Sampaio /STF
Ministro André Mendonça
Ao assumir a relatoria do caso envolvendo o Banco Master, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), reorganizou a condução da investigação e autorizou a Polícia Federal a avançar na análise de cerca de 100 dispositivos eletrônicos apreendidos.
A decisão foi tomada após a corporação informar à Corte que o volume de dados exige estrutura técnica robusta e meses de trabalho pericial. Com base nesse diagnóstico, Mendonça permitiu:
Na prática, a medida evita a necessidade de autorizações judiciais específicas para cada etapa técnica da perícia e insere o material no fluxo regular de processamento da Polícia Federal.
O ministro também autorizou a continuidade de diligências consideradas ordinárias, como depoimentos de investigados e testemunhas nas dependências da PF, desde que não dependam de reserva de jurisdição — isto é, de decisão judicial prévia. A guarda dos equipamentos e documentos permanecerá sob responsabilidade da própria corporação.
Se por um lado liberou o andamento operacional, por outro Mendonça endureceu as regras de acesso às informações. O despacho estabelece que apenas delegados e agentes diretamente ligados ao caso, e que tenham necessidade objetiva de acesso aos dados, poderão consultar o material.
A decisão ressalta que as informações não podem ser utilizadas para finalidades políticas nem para atender interesses externos à investigação. Também determina que o dever de sigilo se impõe inclusive diante de superiores hierárquicos que não integrem a equipe responsável pelo caso.
Áreas administrativas da Polícia Federal que não atuem na apuração ficarão restritas ao suporte estrutural e logístico, sem acesso ao conteúdo das investigações.
Mendonça fixou ainda que qualquer nova investigação relacionada aos fatos deverá ser submetida previamente ao seu gabinete, com justificativa formal. A abertura de inquéritos dependerá de autorização específica, caso a caso.
Segundo o ministro, há conexão entre procedimentos já em curso sob sua relatoria, o que demanda coordenação centralizada para evitar sobreposição ou dispersão das apurações.
O processo permanece sob sigilo nível III, com acesso limitado às autoridades policiais diretamente encarregadas da condução dos trabalhos.
André Mendonça passou a relatar o caso após o ministro Dias Toffoli deixar a condução do processo. A redistribuição ocorreu depois que vieram a público questionamentos sobre a relação de Toffoli com o empresário Daniel Vorcaro, controlador do banco investigado.Caso Master: Mendonça redefine regras da investigação e libera perícia em bens apreendidos
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
O Boticário supera Natura em perfumaria, maquiagem e skincare; GMV soma R$ 38 bi em 2025; veja os dados
2
Raízen intensifica negociações com credores após reuniões em NY e discute mudanças na gestão
3
Naming rights do Allianz Parque darão ao Nubank mídia paga por concorrentes
4
BTG vendeu R$ 6,7 bi em CDBs do Master, sumiu no escândalo e agora caso está na Justiça
5
Voar vai ficar mais caro: guerra, querosene e reforma tributária pressionam tarifas aéreas