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Bitcoin ainda pode chegar a US$ 200 mil? Entenda
Publicado 20/02/2026 • 10:00 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 20/02/2026 • 10:00 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
O fundador da SkyBridge Capital afirmou que mantém uma visão otimista sobre o Bitcoin, apesar da forte volatilidade registrada neste ano. Em entrevista, ele voltou a projetar que a criptomoeda pode alcançar a marca de US$ 200 mil, mas ponderou que o caminho até lá deve incluir novas correções significativas.
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Segundo ele, o movimento recente não foge ao padrão histórico do ativo. “Houve um momento de euforia no outono passado, quando o Bitcoin atingiu seu pico histórico. Eu disse a um dos meus sócios que chegaríamos a US$ 200 mil, mas que antes testaríamos US$ 70 mil. Ele achou que eu estava louco, mas essa é a natureza do Bitcoin”, afirmou.
O gestor reforçou que sempre tratou o Bitcoin como um ativo tecnológico em estágio inicial de adoção, e não como proteção contra a inflação, substituto do dólar ou “ouro digital”. Para ele, o perfil demográfico ainda pesa na dinâmica do mercado: investidores mais jovens concentram a base do Bitcoin, enquanto investidores mais velhos, que detêm maior volume de capital, seguem preferindo ativos tradicionais como ouro e prata.
Na avaliação do executivo, um dos principais fatores que limitam uma maior entrada institucional é a incerteza regulatória nos Estados Unidos. Ele citou o chamado “Clarity Act” como peça central para destravar o interesse de bancos e grandes instituições financeiras.
“Há muitos indecisos entre instituições e bancos comerciais que não vão se mover até terem maior clareza do governo dos Estados Unidos”, disse. Segundo ele, conversas com senadores democratas indicam que há chances de avanço, mas o cenário ainda gera cautela.
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Questionado sobre por que o Bitcoin continua apresentando oscilações expressivas mesmo após a entrada de investidores institucionais por meio de ETFs e da criação de tesourarias corporativas de ativos digitais, o fundador da gestora argumentou que o comportamento segue alinhado aos ciclos históricos de quatro anos da criptomoeda.
De acordo com ele, se os ciclos fossem mapeados estritamente, a correção poderia ser ainda mais profunda, chegando à faixa de US$ 38 mil. Nos últimos dias, porém, o ativo encontrou suporte na média móvel de 200 dias, o que trouxe algum alívio ao mercado.
Outro indicador citado foi o índice de medo e ganância, que varia de 0 a 100 e atualmente estaria em 5: um dos níveis mais baixos da história do Bitcoin. Para o gestor, o cenário de “medo extremo” ajuda a explicar o momento, ainda que a correção tenha sido mais moderada do que em ciclos anteriores, em parte graças à presença de ETFs e compras institucionais.
Ele relembrou ainda um episódio de forte liquidação ocorrido em 10 de outubro, quando bilhões de dólares foram zerados em um curto intervalo, acionando mecanismos de proteção em grandes corretoras e provocando queda expressiva do Bitcoin.
“É uma correção comum para o Bitcoin. Continuamos otimistas. Eu, inclusive, comprei mais nos últimos dias e pretendo continuar comprando”, afirmou.
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Para ilustrar a volatilidade típica de ativos em estágio inicial, o executivo comparou o Bitcoin à trajetória da Amazon em seus primeiros anos. Segundo ele, a empresa chegou a cair 50% em oito ocasiões nos primeiros 15 anos de operação. “Se você não gosta dessa volatilidade, precisa ficar longe desse ativo”, resumiu.
Durante a discussão, analistas ressaltaram que o Bitcoin, como qualquer outro ativo, deve ser avaliado sob a ótica de risco e convicção. A analogia feita foi a de um carro sendo vendido abaixo do preço: é preciso entender se o desconto ocorre por pânico momentâneo do mercado ou por problemas estruturais.
Eles também alertaram que, apesar de existirem hoje milhões de criptomoedas, muitas das quais já desapareceram ou tendem a desaparecer, o Bitcoin ainda é considerado o ativo mais sólido do setor.
A recomendação predominante foi de cautela e alocação gradual, evitando comprometer recursos essenciais. Para os defensores da criptomoeda, a volatilidade atual faz parte do processo de amadurecimento de uma tecnologia ainda em fase de consolidação.
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