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Azul sai de recuperação judicial nos EUA e reduz dívida em US$ 2,5 bilhões

Publicado 20/02/2026 • 19:31 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Azul concluiu o Chapter 11 nos Estados Unidos e saiu da proteção judicial com redução de aproximadamente US$ 2,5 bilhões em dívidas e obrigações de arrendamento.
  • A reestruturação cortou cerca de US$ 1,1 bilhão em empréstimos, reduziu quase 40% dos arrendamentos e diminuiu mais de 50% dos pagamentos anuais de juros.
  • A companhia manteve a operação durante o processo, com cerca de 800 voos diários, e afirma deixar a recuperação com balanço fortalecido e maior previsibilidade financeira.
Nave da Azul pousada em aeroporto

Reprodução

A Azul informou nesta sexta-feira (20) que concluiu sua reestruturação financeira nos Estados Unidos e saiu do Chapter 11, após quitar integralmente o financiamento DIP e liquidar a oferta pública de ações anunciada em 3 de fevereiro.

Segundo a companhia, a saída do processo ocorre com o balanço “significativamente fortalecido” e com redução de aproximadamente US$ 2,5 bilhões em dívidas e obrigações de arrendamento.

Em Fato Relevante, a empresa informou que o plano de reorganização, homologado em 19 de dezembro de 2025, tornou-se efetivo e foi substancialmente consumado, formalizando o encerramento do Chapter 11. O processo tramitou no United States Bankruptcy Court for the Southern District of New York.

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A Azul havia protocolado o pedido de proteção sob o Chapter 11 em 28 de maio de 2025, em Nova York, em caráter voluntário, com o objetivo de reestruturar passivos e reforçar a liquidez em meio a pressões sobre custos, como combustível e câmbio, e desafios operacionais enfrentados pelo setor aéreo.

De acordo com o comunicado, a reestruturação envolveu acordos com credores e parceiros estratégicos, incluindo detentores de títulos, o arrendador AerCap e as aéreas United Airlines e American Airlines.

Entre os principais efeitos financeiros apontados pela empresa estão a redução de cerca de US$ 1,1 bilhão em dívidas de empréstimos e financiamentos, queda próxima de 40% nas obrigações de arrendamento, diminuição superior a 50% nos pagamentos anuais de juros e alavancagem líquida proforma estimada abaixo de 2,5 vezes na saída do processo.

A companhia destacou ainda que manteve as operações durante o período de recuperação, com aproximadamente 800 voos diários, e reiterou indicadores operacionais de 2025, como número de passageiros transportados e cobertura de rotas e cidades.

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Amanda Souza

Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.

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