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Governo vai pagar R$ 800 por desabrigado após chuvas na Zona da Mata mineira
Publicado 24/02/2026 • 22:26 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 24/02/2026 • 22:26 | Atualizado há 3 horas
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O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, anunciou nesta terça-feira (24) que o governo federal vai repassar R$ 800 por pessoa desabrigada em razão das fortes chuvas que atingem a Zona da Mata mineira.
Segundo Alckmin, os recursos serão liberados pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social e transferidos às prefeituras de oito municípios afetados, que ficarão responsáveis por atender as famílias atingidas com a compra de itens emergenciais, como colchões, alimentos e roupas.
Além do auxílio direto aos desabrigados, o governo também antecipará o pagamento do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) aos moradores impactados.
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“O Ministério do Desenvolvimento Social liberará recursos, R$ 800 por pessoa desabrigada (…) para apoiar, e também para as famílias será antecipado o pagamento do Bolsa Família e do BPC. Todo apoio será dado, a questão mais urgente é o socorro às vítimas”, afirmou o presidente em exercício, em coletiva no Palácio do Planalto.
Alckmin atualizou o número de vítimas: até o momento, são 29 mortes confirmadas, 22 em Juiz de Fora e 7 em Ubá. Além disso, há 40 pessoas desaparecidas.
O governo federal mobilizou uma força-tarefa para a região. Já estão na Zona da Mata o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Barreiros; e o ministro da Saúde em exercício, Adriano Massuda.
O Ministério da Defesa e o Exército disponibilizaram helicópteros e tropas para reforçar as operações de resgate, além do envio de equipes da Força Nacional do SUS para apoio na área da saúde.
Leia também: FIEMG Zona da Mata presta solidariedade às cidades afetadas pelas chuvas
Alckmin afirmou ainda que ele e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que retorna ao Brasil na madrugada desta quarta-feira (25) após viagem à Ásia, poderão visitar a região “se houver necessidade”.
Durante a coletiva, o presidente em exercício associou os eventos extremos às mudanças climáticas e destacou o compromisso do governo com a agenda ambiental.
“O governo tem compromisso com o combate às mudanças climáticas. […] Quais as razões do aquecimento global, secas extremas ou tempestades extremas? É excesso de emissão de carbono e gás de efeito estufa”, declarou.
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Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.
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