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Inflação no atacado acelera em janeiro e supera previsões nos EUA
Publicado 27/02/2026 • 19:18 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 27/02/2026 • 19:18 | Atualizado há 2 meses
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Bandeira dos Estados Unidos
Os preços no atacado subiram em ritmo mais rápido do que o esperado em janeiro, contrariando as expectativas de que a inflação estivesse desacelerando, informou o Bureau of Labor Statistics na sexta-feira (27).
O índice de preços ao produtor (PPI) núcleo, que exclui os preços voláteis de alimentos e energia, aumentou 0,8% com ajuste sazonal, acima da alta de 0,6% em dezembro e bem acima da estimativa de consenso da Dow Jones, que era de 0,3%.
Considerando todos os itens, o PPI cheio subiu 0,5%, também acima da previsão de 0,3% e 0,1 ponto percentual a mais do que no mês anterior.
No acumulado de 12 meses, os preços no atacado núcleo avançaram 3,6%, enquanto o índice geral registrou alta de 2,9%. Ambos os números estão bem acima da meta de inflação de 2% do Federal Reserve e sugerem que o aumento dos preços ainda é um fator relevante para a economia dos EUA.
Os contratos futuros do mercado de ações ampliaram as perdas após a divulgação do relatório.
Os preços de serviços foram os principais responsáveis pela alta, com aumento mensal de 0,8%, o maior desde julho de 2025. Em contraste, os preços de bens caíram 0,3%, embora os bens núcleo tenham subido 0,7%.
Mais de 20% do aumento nos serviços veio das margens de atacado de equipamentos profissionais e comerciais. No segmento de bens, os preços de energia e alimentos caíram, enquanto os preços dos metais subiram 4,8%.
Os preços de serviços comerciais dispararam 2,5%, ajudando a aumentar as pressões inflacionárias no atacado.
O relatório é divulgado em meio às reiteradas declarações do presidente Donald Trump de que a inflação foi controlada. As pressões ao longo da cadeia produtiva indicadas pelos dados do PPI podem manter o Federal Reserve cauteloso ao avaliar os próximos passos em relação às taxas de juros. O mercado espera, em grande parte, que o Fed mantenha as taxas inalteradas até o verão, embora Trump e outras autoridades da Casa Branca tenham defendido cortes de juros.
Economistas têm demonstrado preocupação de que as tarifas impostas por Trump elevem ainda mais a inflação, embora dirigentes do Fed esperem que o impacto seja temporário. Houve alguns indícios do efeito das tarifas nos dados do PPI, com os índices de vestuário e outros bens, como componentes intermediários, registrando alta.
Trump perdeu uma decisão importante na Suprema Corte que anulou sua medida de usar poderes emergenciais para implementar as tarifas. No entanto, o presidente citou outras bases legais que lhe permitiriam impor as taxas de qualquer forma.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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