Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Justiça suspende liminar pedida por petroleiras que barrava imposto de exportação
Publicado 17/04/2026 • 22:30 | Atualizado há 6 meses
IPO da Anthropic pode ser “ficção especulativa” ou um “momento histórico”
Boeing reduz prejuízo no terceiro trimestre com alta nas vendas de defesa, mas foco segue na produção do 737 Max
Nvidia investe US$ 3 bilhões na Meta após big tech anunciar plano de captar US$ 95 bilhões para infraestrutura de IA
IPO da Anthropic expõe os riscos do negócio de inteligência artificial
Honda alerta que tarifas de 50% sobre veículos canadenses seriam catastróficas para o setor automotivo
Publicado 17/04/2026 • 22:30 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Foto: Freepik
O que é o Estreito de Ormuz e por que ele é tão estratégico para o petróleo mundial
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) acolheu o recurso da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) nesta sexta-feira, 17, e suspendeu a decisão que afastou a exigibilidade do imposto de exportação para petroleiras, criado pela Medida Provisória nº 1.340/2026.
A liminar, agora suspensa, beneficiava as operadoras Petrogal, Shell, Equinor, TotalEnergies e Repsol Sinopec. Nela, o juiz federal Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro, entendeu que se trata de um tributo extrafiscal. Quando a União admite que há objetivo de arrecadação, ocorre desvio de finalidade, o que atrai a incidência das garantias constitucionais ao contribuinte, inclusive a anterioridade.
A anterioridade é o princípio que diz que, quando há aumento de tributo, os efeitos devem entrar em vigor após 90 dias.
No recurso, a PGFN disse que a cobrança do imposto não se deu de modo imotivado nem incorreu em qualquer desvio de finalidade, estando, ao revés, justificada no cenário internacional da guerra deflagrada no Oriente Médio e na necessidade de regulação do comércio exterior.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCA decisão que acolhe o pedido da PGFN foi proferida pelo presidente do tribunal, desembargador Luiz Paulo da Silva Araújo Filho, que afirma que a Constituição Federal prevê que o imposto de exportação é dispensado da observância da anterioridade e pode ter suas alíquotas alteradas pelo Poder Executivo em razão do caráter extremamente dinâmico do comércio exterior.
“Se a utilização de tal instrumento (alteração de alíquotas) não é permitida num contexto de guerra externa que impacta o preço de um produto estratégico para a economia, é difícil imaginar, em tese, outro cenário em que isso seria possível”, diz. Ele diz que, caso as alíquotas fossem alteradas e tivessem de se submeter a uma espera de 90 dias, seriam provavelmente inócuas diante da dinâmica de uma guerra que impacta agudamente o preço do petróleo.
O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que “a decisão é compatível com o caráter regulatório da medida, reforçando a canalização do óleo bruto para o refino interno e permitindo que ganhos excedentes com a exportação de óleo em função da guerra sejam transferidos ao consumidor final de combustíveis”.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Flávio Bolsonaro está em voo para os Estados Unidos, confirmam fontes
2
Flávio Bolsonaro nos EUA: como funciona a extradição entre Brasil e Estados Unidos
3
PT pede ao STF prisão de Flávio Bolsonaro e acionamento da Interpol
4
Tarcísio diz a pessoas próximas que não sabia que Flávio Bolsonaro deixaria o país
5
Avião retido em Puerto Iguazú sem plano de voo nem lista de passageiros entra na apuração da PF sobre Flávio Bolsonaro