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Focus: Mercado ajusta todas as previsões diante de guerra no Irã e disparada do petróleo
Publicado 16/03/2026 • 09:17 | Atualizado há 4 horas
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Publicado 16/03/2026 • 09:17 | Atualizado há 4 horas
KEY POINTS
Boletim Focus.
Boletim Focus
O mercado financeiro revisou para cima as projeções de inflação e juros para 2026, segundo o boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (16), pelo Banco Central. O ajuste reflete o impacto da guerra no Irã sobre o preço do petróleo, que opera acima de US$ 100 por barril, e o potencial efeito sobre os combustíveis e a inflação brasileira.
O Focus reúne estimativas de mais de 100 instituições financeiras coletadas na última semana. Vale lembrar que a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) ocorre nesta quarta-feira (18).
Leia também: Primeiro lote das restituições do Imposto de Renda é programado para 29 de maio pela Receita

Com o início do conflito no Oriente Médio, os analistas reduziram a aposta num corte mais agressivo dos juros. Até a semana passada, o mercado esperava uma redução de 0,5 ponto percentual na Selic, dos atuais 15% ao ano para 14,5%. Agora, a projeção majoritária é de corte menor, de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.
A taxa básica está no maior nível em quase 20 anos, após o Banco Central encerrar 2025 com a Selic em 15% ao ano na tentativa de conter a inflação.
Para o fim de 2026, a estimativa para a Selic subiu de 12,13% para 12,25% ao ano. Para 2027, a projeção foi mantida em 10,50%. Para 2028, ficou estável em 10% ao ano.
A projeção do mercado para o IPCA em 2026 passou de 3,91% para 4,10%, impulsionada pelo risco inflacionário trazido pela disparada do petróleo. Se confirmado, o índice ficará abaixo dos 4,26% registrados em 2025 e dentro da banda de tolerância da meta contínua, que admite variação entre 1,50% e 4,50% em torno do objetivo de 3%.
Para 2027, a expectativa permaneceu em 3,80%. Para 2028 e 2029, as projeções foram mantidas em 3,50%.
A estimativa de crescimento do PIB para 2026 avançou levemente, de 1,82% para 1,83%. O resultado fica abaixo do crescimento de 2,3% registrado em 2025, divulgado pelo IBGE no início do mês. Para 2027, a projeção foi mantida em 1,80%.
No câmbio, o mercado reduziu a projeção para o fim de 2026, de R$ 5,41 para R$ 5,40 por dólar. Para 2027, a estimativa recuou de R$ 5,50 para R$ 5,47.
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