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Irã ameaça atingir gigantes de tecnologia e amplia tensão com EUA no Golfo
Publicado 31/03/2026 • 23:06 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 31/03/2026 • 23:06 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Empresas multinacionais dos Estados Unidos com atuação no Golfo passaram a ser citadas como potenciais alvos de ataques iranianos, após um comunicado da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) ampliar o foco do conflito para o setor corporativo.
No documento, o órgão afirma que essas companhias estariam envolvidas em “operações terroristas” por meio de tecnologia da informação, inteligência artificial e sistemas de espionagem, embora não tenha apresentado evidências para sustentar as acusações.
A lista inclui nomes como Cisco, HP, Intel, Oracle, Microsoft, Apple, Google, Meta, IBM, Dell, Palantir, Nvidia, JPMorgan, Tesla, GE, Spire Solution, G42 e Boeing, abrangendo empresas de tecnologia, indústria e serviços financeiros.
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Além das acusações, o comunicado traz orientações diretas, afirmando que funcionários devem deixar imediatamente seus locais de trabalho e recomendando que moradores em um raio de um quilômetro das instalações se afastem por segurança.
A Guarda Revolucionária também estabeleceu um marco temporal, indicando que, a partir das 20h de quarta-feira, 1º de abril, no horário de Teerã (13h30 em Brasília), as companhias listadas devem “esperar a destruição de suas unidades” como resposta a ações contra o Irã.
Segundo autoridades iranianas, instalações ligadas a empresas ocidentais já teriam sido atingidas, incluindo estruturas associadas à Siemens e à AT&T, além de centros de telecomunicações próximos ao aeroporto Ben Gurion e à cidade de Haifa, em Israel.
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A mídia estatal Press TV afirmou que esses locais seriam utilizados pelas forças israelenses para operações com inteligência artificial, produção de armamentos e redes avançadas.
Relatos adicionais indicam que uma instalação de telecomunicações também teria sido atingida na região, conforme publicação da Al Jazeera na rede social X.
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