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Escalada em guerra com o Irã pressiona petróleo e amplia envolvimento dos EUA no conflito
Publicado 31/03/2026 • 07:00 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 31/03/2026 • 07:00 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
Foto: Daniel Torok/White House via Fotos Públicas
Donald Trump, presidente dos EUA
A escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã ganhou força nesta semana, com sinais de que o governo Donald Trump pode aprofundar o envolvimento no conflito. O aumento do tom nas declarações do presidente e a movimentação de tropas na região elevam o risco de uma nova frente militar no Oriente Médio.
Na noite de segunda-feira (30), Trump ameaçou atingir poços de petróleo, a ilha de Kharg, principal hub de exportação iraniano, e usinas de energia caso um acordo de paz não seja fechado “em breve”.
Leia também: Dólar tem volatilidade com petróleo em alta e ajustes de fechamento de março
A reação foi imediata nos mercados. O petróleo disparou, com o contrato WTI superando US$ 100 por barril pela primeira vez desde 2022. O movimento pressionou as bolsas americanas, levando o S&P 500 a se aproximar de território de correção.
Mesmo com a fala do presidente do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), Jerome Powell, de que as expectativas de inflação seguem ancoradas, apesar da alta nos preços de energia, o mercado manteve o viés negativo.
Os impactos da guerra também já se espalham para outras commodities. O preço do alumínio atingiu o maior nível em quatro anos, diante de temores de interrupções na oferta após ataques iranianos a produtores no Oriente Médio.
Leia também: Petróleo tipo Brent acumula alta recorde de 55% no mês; WTI é cotado a US$ 100 pela primeira vez desde 2022
No campo político, o conflito também levanta questionamentos. Reportagem do Financial Times apontou que um corretor ligado ao secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, teria tentado realizar um grande investimento em empresas do setor antes da escalada do conflito. O Pentágono negou a informação e classificou o relato como “falso e fabricado”.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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