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Uso de munição e mísseis em larga escala no conflito Irã x EUA esgota estoque de insumos e dispara preços
Publicado 05/04/2026 • 13:46 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 05/04/2026 • 13:46 | Atualizado há 3 horas
Wikimedia Commons
Míssil
O conflito entre Estados Unidos e Irã está acelerando o consumo de munições e pressionando matérias-primas estratégicas. Cada míssil disparado depende de insumos críticos, como o tungstênio, um metal denso e resistente ao calor usado em sistemas militares. O cenário não indica uma demanda tradicional, mas sim esgotamento de estoques. O consumo ocorre mais rápido que a reposição, e o reabastecimento se tornou imediato em um sistema já pressionado.
Segundo o relatório Mineral Commodity Summaries do US Geological Survey, a maior parte da demanda global de tungstênio ainda está na indústria. Entre 50% e 60% do consumo vai para ferramentas de corte e equipamentos industriais. Já os setores automotivo e de engenharia representam entre 25% e 30%, mostrando diversificação no uso do metal.
Os preços acompanham essa pressão. O paratungstato de amônio, referência do mercado, saiu de cerca de US$ 500 por mtu, uma unidade padrão do setor, no fim de 2025 para mais de US$ 1.100 no início deste ano. Já o ferrotungstênio, usado para dar resistência a ligas metálicas, subiu de aproximadamente US$ 45 para US$ 200 por quilo.
Do lado da oferta, o mercado é concentrado. A China responde por cerca de 83% da produção global de tungstênio. O restante do mundo soma menos de 20%, sem produtores de grande escala capazes de equilibrar o mercado.
Esse cenário transforma a concentração em um ponto de atenção. Com controles de exportação e limitações na produção chinesa, a oferta global fica mais restrita. Antes mesmo do conflito, o setor já enfrentava pressão com a queda na qualidade do minério e aumento de custos, movimento que agora se intensifica ao longo de toda a cadeia.
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