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IPCA de março sobe 0,88% com gasolina e alimentos respondendo por 76% da alta
Publicado 10/04/2026 • 09:21 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 10/04/2026 • 09:21 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: freepik
IPCA de março
A inflação oficial do Brasil subiu 0,88% em março, acima dos 0,70% registrados em fevereiro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA acumula alta de 1,92% no ano e de 4,14% nos últimos 12 meses, aproximando-se do teto da meta de inflação, fixado em 4,5% pelo Conselho Monetário Nacional, com centro em 3%.
Transportes e alimentação foram os grupos que mais pesaram no resultado. Juntos, responderam por 76% do índice de março.
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O grupo Transportes subiu 1,64% em março, mais que o dobro dos 0,74% registrados em fevereiro, com impacto de 0,34 ponto percentual no índice do mês. O combustível que mais pressionou foi a gasolina, que havia recuado 0,61% em fevereiro e disparou 4,59% em março, respondendo sozinha por 0,23 ponto percentual do IPCA.
O óleo diesel também chamou atenção: saiu de variação de 0,23% em fevereiro para 13,90% em março, com impacto de 0,03 ponto percentual no índice. O etanol subiu 0,93%, enquanto o gás veicular recuou 0,98%.
O grupo Alimentação e bebidas acelerou de 0,26% em fevereiro para 1,56% em março, com impacto de 0,33 ponto percentual no índice. A alimentação no domicílio puxou o resultado, com alta de 1,94%, influenciada pelo tomate, que disparou 20,31%, pela cebola, com alta de 17,25%, e pela batata-inglesa, que subiu 12,17%.
O leite longa vida também pressionou, com alta de 11,74%, e as carnes subiram 1,73%. Do lado contrário, a maçã recuou 5,79% e o café moído caiu 1,28%. A alimentação fora do domicílio subiu 0,61%, com o lanche saindo de 0,15% em fevereiro para 0,89% em março.
Entre as regiões pesquisadas, Salvador registrou a maior variação do mês, com alta de 1,47%, influenciada pela gasolina, que subiu 17,37% na cidade, e pelas carnes, com alta de 3,56%. Rio Branco teve a menor variação, de 0,37%, beneficiada pelo recuo da energia elétrica residencial de 3,28% e das frutas, que caíram 3,72%. São Paulo, que concentra 32,28% do peso regional do índice, registrou alta de 0,78% em março.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC, que mede a inflação para famílias com renda de até cinco salários mínimos, subiu 0,91% em março, acima dos 0,56% de fevereiro. O índice acumula 3,77% nos últimos 12 meses. Os produtos alimentícios aceleraram de 0,26% para 1,65% no período, reforçando o impacto desproporcional da alta dos alimentos sobre as famílias de menor renda.
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