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Meta demitirá 10% da força de trabalho para investir mais em inteligência artificial
Publicado 23/04/2026 • 15:55 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 23/04/2026 • 15:55 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
JOSH EDELSON / AFP
A Meta pretende cortar 10% de sua força de trabalho, o equivalente a cerca de 8 mil empregos, enquanto continua acelerando investimentos em inteligência artificial.
Segundo comunicado interno enviado aos funcionários nesta quinta-feira (23), os desligamentos começarão em 20 de maio. A empresa também desistirá de contratar profissionais para 6 mil vagas em aberto. A Bloomberg divulgou primeiro as informações.
A nova rodada de cortes ocorre após reduções menores promovidas nos últimos meses, que a companhia classificou como necessárias para elevar a eficiência operacional e concentrar esforços em IA generativa, área em que ficou atrás de OpenAI, Google e Anthropic.
A CNBC informou em janeiro que a Meta havia dispensado cerca de 10% dos funcionários ligados a projetos relacionados ao metaverso.
Na ocasião, aproximadamente 1 mil trabalhadores da unidade Reality Labs foram desligados.
Outra rodada de cortes começou em março e afetou centenas de funcionários em diversas áreas, incluindo Facebook, Reality Labs, operações globais e vendas.
A Meta também informou no mês passado que reduzirá dependência de fornecedores terceirizados e contratados externos que tradicionalmente atuavam em moderação de conteúdo, substituindo parte dessas funções por tecnologias de IA.
Setor de tecnologia amplia cortes
As demissões vêm crescendo em todo o setor de tecnologia, à medida que empresas reavaliam custos e estrutura diante do avanço da inteligência artificial.
A Microsoft confirmou nesta quinta-feira que oferecerá programas voluntários de desligamento para parte dos funcionários nos Estados Unidos, algo inédito nos 51 anos da companhia.
Cerca de 7% dos empregados nos EUA poderão aderir ao programa, segundo fonte ouvida pela reportagem.
Em janeiro, a Amazon anunciou planos para eliminar cerca de 16 mil cargos corporativos, em sua segunda rodada de cortes em massa desde outubro do ano passado.
No relatório anual divulgado em janeiro, a Meta informou ter 78.865 funcionários em todo o mundo em 31 de dezembro, abaixo dos 86.482 empregados registrados no fim de 2022, após o forte ciclo de contratações do período pós-pandemia de Covid.
O principal objetivo do CEO Mark Zuckerberg segue sendo fortalecer a posição da Meta em inteligência artificial.
No início deste mês, a companhia lançou seu primeiro grande modelo de IA desde a contratação, em junho, de Alexandr Wang, fundador da Scale AI.
Nesta semana, a Meta informou aos funcionários que está usando uma nova ferramenta interna de monitoramento chamada Model Capability Initiative (MCI), destinada a coletar dados de uso nos computadores corporativos.
Segundo a empresa, as informações incluem registros de teclas digitadas e cliques do mouse, usados para treinar agentes de inteligência artificial.
A Meta divulgará seus resultados do primeiro trimestre na quarta-feira, no mesmo dia que outras gigantes de tecnologia como Alphabet, Amazon e Microsoft.
As ações da Meta recuaram 2,4% nesta quinta-feira e agora acumulam desempenho próximo da estabilidade no ano.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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