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Líderes mundiais reagem a ataque a tiros em jantar com Trump nos EUA

Publicado 26/04/2026 • 07:22 | Atualizado há 43 minutos

KEY POINTS

  • Líderes mundiais manifestaram solidariedade a Donald Trump após um atirador invadir um jantar de gala da imprensa em Washington.
  • O evento contava com a presença de Donald Trump.
  • Eles expressaram alívio por não haver vítimas fatais.

Foto por KENT NISHIMURA / AFP

O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa durante uma coletiva de imprensa na Sala de Imprensa Brady, na Casa Branca, em Washington, D.C., logo após o incidente com tiros no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em 25 de abril de 2026.

Líderes mundiais manifestaram solidariedade a Donald Trump após um atirador invadir, na noite de sábado (25), um jantar de gala da imprensa em Washington com a presença do presidente dos Estados Unidos. Eles expressaram alívio por não haver vítimas fatais.

As autoridades policiais dos EUA informaram que o único suspeito, armado com “uma espingarda, uma pistola e várias facas”, foi detido e enfrentará acusações na segunda-feira em um tribunal federal.

Publicado por: “Um lobo solitário”, diz Trump ao identificar atirador de 31 anos, em coletiva na Casa Branca

Veja como os líderes reagiram:

Lula – Brasil

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, prestou solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar.

“O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, escreveu o presidente no X (antigo Twitter).

Keir Starmer – Reino Unido

O primeiro-ministro do Reino Unido afirmou estar “chocado com as cenas no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, durante a noite”.

“Qualquer ataque a instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais enérgicos possíveis”, escreveu Starmer no X no domingo.

Emmanuel Macron – França

O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou o incidente como “inaceitável”.

“A violência não tem lugar em uma democracia”, afirmou no X. “Expresso meu total apoio a Donald Trump.”

Benjamin Netanyahu – Israel

O primeiro-ministro de Israel disse que ele e sua esposa, Sara, ficaram “chocados com a tentativa de assassinato” de Trump.

“Estamos aliviados por saber que o presidente e a primeira-dama estão seguros e fortes”, escreveu Netanyahu no X.

“Enviamos nossos votos de plena e rápida recuperação ao policial ferido e saudamos o Serviço Secreto dos EUA por sua ação rápida e decisiva.”

Narendra Modi – Índia

O primeiro-ministro da Índia afirmou estar “aliviado ao saber que o presidente Trump, a primeira-dama e o vice-presidente estão seguros e ilesos”.

“Desejo a eles segurança e bem-estar contínuos. A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada de forma inequívoca”, escreveu Modi no X.

Mark Carney – Canadá

O primeiro-ministro do Canadá declarou estar “aliviado por saber que o presidente, a primeira-dama e todos os convidados estão seguros”.

“A violência política não tem lugar em nenhuma democracia e meus pensamentos estão com todos aqueles que ficaram abalados com esse evento perturbador”, escreveu Carney no X.

Claudia Sheinbaum – México

A presidente do México escreveu no X que “é bom que o presidente Trump e sua esposa estejam seguros após os acontecimentos recentes. Enviamos a eles nosso respeito”.

“A violência nunca deve ser o caminho”, acrescentou Sheinbaum.

Pedro Sánchez – Espanha

O primeiro-ministro da Espanha condenou o que chamou de “ataque ocorrido esta noite contra o presidente (Trump)”.

“A violência nunca é a resposta. A humanidade só avançará por meio da democracia, da convivência e da paz”, escreveu Sánchez no X.

Viktor Orbán – Hungria

O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, aliado de Trump e prestes a deixar o cargo, afirmou: “Não há lugar para a violência na política”.

Kaja Kallas – UE

A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, declarou no domingo que “a violência política não tem lugar em uma democracia”.

Kallas disse estar “aliviada” por não haver vítimas fatais e acrescentou: “Um evento destinado a homenagear a imprensa livre jamais deveria se transformar em uma cena de medo”.

Shehbaz Sharif – Paquistão

O primeiro-ministro do Paquistão afirmou estar “profundamente chocado com o perturbador incidente de tiros”.

“Aliviado ao saber que o presidente Trump, a primeira-dama e os demais participantes estão seguros. Meus pensamentos e orações estão com ele, e desejo que continue em segurança e com bem-estar”, escreveu Sharif no X.

O que aconteceu

Na noite de sábado (25), a cidade de Washington viveu um momento de tensão que terminou com a confirmação de que o atirador responsável pelos disparos durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca foi detido pelas forças de segurança.

O presidente Donald Trump, que precisou ser retirado do evento, elogiou a atuação rápida e corajosa do Serviço Secreto e das forças policiais da capital norte-americana.

O incidente aconteceu no salão do hotel Washington Hilton, onde pelo menos cinco disparos foram ouvidos pouco depois do discurso da presidente da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, Weija Jiang.

Convidados se protegeram sob as mesas enquanto agentes do Serviço Secreto escoltavam Trump para fora do palco. O jantar, segundo os organizadores, será remarcado dentro de 30 dias. 

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