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‘Upcycling’ de comida: consultoria ensina empresas alimentícias a lucrar com os restos
Publicado 16/11/2024 • 18:30 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 16/11/2024 • 18:30 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Upcycling de alimentos
Rprodução Adobe Stock
Uma parte grande dos ingredientes que a indústria alimentícia usa poderia ser reaproveitada, mas acaba sendo descartada. São itens como talo de cogumelo, talo de brócolis, casca de castanhas, resíduo de óleo de girassol, entre outros.
Em 2022, a cientista de alimentos Natasha Pádua e seu parceiro Bruno Monteiro fundaram a consultoria Upcycling Solutions para tentar diminuir o descarte de restos em nova matéria para voltar ao mercado.
É comum que resíduos não sejam aproveitados da forma mais rentável pelas empresas –por exemplo, são vendidos para compostagem ou para ração animal.
O trabalho da startup é fazer pesquisas para apontar para as indústrias como elas podem reaproveitar seus resíduos de forma mais lucrativa. Segundo Natasha, isso significa orientar os clientes sobre como armazenar, reutilizar e transformar esse material em novos produtos.
Um dos clientes da Upcycling passou a fabricar carne vegetal à base de fibra de caju, que seria jogada fora pela indústria de suco.
Uma outra empresa passou a fazer bebida vegetal feita à base do soro de aveia, em substituição ao leite convencional.
Além disso, a startup também procura clientes que queiram comprar os restos. “Quando a gente abriu a empresa, achávamos que iríamos trabalhar só com quem tem o resíduo, mas começamos a ter procura pelo outro lado (quem quer comprar). Então, empresas que nem eram processadoras buscaram ingredientes upcycled”, afirma Natasha.
O objetivo da empresa também é auxiliar na comunicação externa das companhias alimentícias que querem usar esse reaproveitamento em seu marketing para o consumidor.
Um dos clientes da Upcycling é a Arla Foods, cooperativa que fornece ingredientes do ramo dos laticínios. “Eles já tinham o ingrediente feito, e só precisavam saber como se posicionar e como contar essa história pro consumidor deles”, conta Natasha.
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