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CEO da Williams-Sonoma diz que impacto das tarifas será maior no próximo trimestre
Publicado 19/11/2025 • 22:03 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 19/11/2025 • 22:03 | Atualizado há 12 meses
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A CEO da Williams-Sonoma, Laura Alber
A CEO da Williams-Sonoma, Laura Alber (Imagem: World Economic Forum/Reprodução
A CEO da Williams-Sonoma, Laura Alber, explicou a Jim Cramer, da CNBC, por que o próximo trimestre deve registrar um peso mais significativo das tarifas sobre os resultados da companhia.
A varejista de artigos para casa e móveis divulgou números acima das projeções nesta quarta-feira (19). Ainda assim, a diretoria reconheceu que o repasse das cobranças alfandegárias às margens brutas está ocorrendo de forma mais lenta que o previsto, em parte porque a vigência das novas taxas foi adiada. Os papéis recuaram 3,39% no fechamento.
“Sobre a evolução das tarifas, acredito que veremos estabilidade até o fim do ano, com mais previsibilidade. Não imagino que aumentem — esse é o meu melhor palpite”, disse Alber a Cramer. “Mas o efeito será mais intenso no quarto trimestre do que no terceiro, porque uma fatia maior do nosso inventário passou a estar sujeita às tarifas, conforme o custo entra no balanço.”
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Alber afirmou que nenhuma empresa está “imune” às cobranças, mas destacou que a Williams-Sonoma vem adotando estratégias para conter o impacto, como renegociar contratos com fornecedores e reduzir a dependência de alguns países, principalmente a China.
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Siga o Times | CNBCA dona de marcas como West Elm e Pottery Barn também tem buscado reforçar a produção nos Estados Unidos. Segundo ela, a maior parte dos móveis estofados da rede já é fabricada no Mississippi e na Carolina do Norte.
A executiva acrescentou que a companhia está “ajustando preços com cautela”, analisando categorias em que os valores ainda estão “abaixo do mercado”. Ela disse que a empresa reduziu de forma substancial o volume de promoções e pretende seguir nessa linha para “estimular vendas a preço cheio e diminuir a fatia de produtos vendidos com desconto”.
“Assim que as tarifas estiverem consolidadas — o que ocorrerá em breve —, esse assunto estará resolvido”, afirmou. “Depois disso, seguimos em frente e construímos o futuro. Portanto, trata-se de um cenário de curto prazo, não de longo prazo.”
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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