Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ibovespa B3 se descola de NY e sobe no maior nível desde 2 de outubro
Publicado 26/03/2025 • 19:23 | Atualizado há 1 ano
Preços do petróleo disparam após Trump alertar o Irã para que abra o Estreito de Ormuz até terça-feira ou enfrentará o ‘inferno’
“Inimigos silenciosos”: como startups de I.A. tentam resolver um dos maiores problemas do varejo de roupas
Polymarket remove apostas sobre resgate de aviadores dos EUA após críticas
Oracle tem sede em Dubai atingida por destroços de interceptação aérea iraniana
Estados Unidos resgatam um tripulante e procuram por outro após jato cair no Irã
Publicado 26/03/2025 • 19:23 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Unsplash
Ibovespa B3 fechou em queda
Sem muitos gatilhos para orientar os negócios, o Ibovespa B3 resistiu ao sinal negativo de Nova York, onde as perdas chegaram a 2,04% (Nasdaq) no fechamento, e subiu 0,34%, aos 132.519,63 pontos, com giro a R$ 22 bilhões. Dessa forma, renovou a máxima de fechamento do ano, no maior nível desde 2 de outubro.
Nesta quarta-feira (26), o Ibovespa B3 oscilou dos 132.068,02 aos 132.983,92, em variação de pouco mais de 900 pontos entre o piso e o teto da sessão, em que saiu de abertura aos 132.069,01. Na semana, passa ao positivo (+0,13%), com ganho no mês a 7,92% e no ano a 10,17%.
Destaque nesta quarta-feira para os carros-chefes Vale (ON +0,61%) e Petrobras (ON +1,06%, PN +0,94%) e, entre os grandes bancos, para Bradesco (ON +1,73%, PN +1,63%). Na ponta ganhadora do Ibovespa, Braskem (+9,68%), Brava (+6,63%) e Vamos (+6,25%). No lado oposto, Automob (-7,41%), Minerva (-3,18%) e JBS (-2,70%).
A B3 atualizou os dados referentes à participação dos investidores na Bolsa de 17 de fevereiro até 21 de março. No mês de março, até o momento (dia 24), houve entrada de R$ 4,346 bilhões por parte de estrangeiros, resultado de compras acumuladas de R$ 214,663 bilhões e vendas de R$ 210,317 bilhões. No acumulado do ano, o fluxo de capital externo está positivo em R$ 11,869 bilhões.
“Dia de queda nos mercados globais, com agenda fraca, sem indicadores relevantes. O norte continua a ser a incerteza comercial nos Estados Unidos, com aproximação da implementação, no começo de abril, de tarifas recíprocas. Mas a Bolsa, aqui, mostrou resiliência mesmo com a piora no câmbio e na curva do DI”, diz Rodrigo Ashikawa, economista da Principal Asset Management no Brasil. O dólar à vista fechou o dia em alta de 0,41%, a R$ 5,7328.
Ashikawa destaca, na agenda da quinta-feira, tanto a divulgação do IPCA-15 referente a março como a do relatório de política monetária (RPM), o antigo relatório trimestral de inflação. Na sessão desta quarta, o comentário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a possibilidade de negociações entre Mercosul e Japão animou setores ligados ao comércio exterior, observa Lucas Almeida, sócio da AVG Capital.
“Lá fora, o foco segue nas novas tarifas de Trump, que já aplicou 20% sobre importações chinesas e agora ameaça sobretaxar países que comprarem petróleo da Venezuela, além de ampliar restrições a empresas de tecnologia chinesas”, acrescenta o especialista, referindo-se a uma combinação de fatores que aumentam a incerteza global, pressionam as bolsas nos EUA e reduzem as chances de cortes de juros por lá – com o próprio Federal Reserve tendo sinalizado chance de dois cortes na taxa de referência ainda neste ano.
___
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Imposto de Renda 2026: idosos acima de 70 anos são obrigados a declarar?
2
Mar Cáspio: o corredor logístico que abriga bilhões em reservas de petróleo e é palco de três guerras ao mesmo tempo
3
João Fonseca estreia contra canadense no Masters 1000 de Monte Carlo, na França
4
Consultor vê sinais de alerta na Cimed e diz que conta não fecha: ‘Onde tem fumaça, tem fogo’
5
Com lucro em queda e caixa negativo, Cimed pega empréstimo para pagar dividendos