‘Vamos nos adaptar ao que acontecer’, diz CEO da Microsoft após tarifaço de Trump
Publicado 04/04/2025 • 17:01 | Atualizado há 9 horas
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Publicado 04/04/2025 • 17:01 | Atualizado há 9 horas
KEY POINTS
Em uma entrevista especial realizada pela CNBC e exibida com exclusividade no Brasil pelo Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, os três CEOs mais emblemáticos da Microsoft — Satya Nadella, Bill Gates e Steve Ballmer — celebraram os 50 anos da gigante da tecnologia, discutindo os marcos que consolidaram a empresa como líder no mercado e as adaptações que ela está fazendo frente aos novos desafios globais.
A conversa girou em torno das transformações da Microsoft ao longo das décadas e da importância de se adaptar às mudanças no cenário econômico, geopolítico e tecnológico, com foco especial nas implicações das novas tarifas propostas pelo governo dos Estados Unidos e o impacto da inteligência artificial (IA) no futuro da empresa.
Satya Nadella, atual CEO da Microsoft, abordou como a empresa tem se posicionado frente aos novos desafios impostos pelas tarifas de importação e exportação. “A Microsoft sempre foi um centro de inovação, e estamos presentes em vários países ao redor do mundo, então tenho certeza de que vamos nos ajustar”, afirmou Nadella. Ele também comentou sobre a crescente importância da inteligência artificial no cenário global, dizendo: “A maior tendência do mundo hoje, mesmo além da geopolítica complexa, é a chegada da inteligência artificial.”
Para Bill Gates, co-fundador da empresa, a adaptação às mudanças globais é crucial, especialmente em tempos de incertezas econômicas. “Eu acredito que é melhor investir mais do que investir de menos, e como investidor, eu não me preocuparia com isso”, afirmou. Gates enfatizou o impacto da inteligência artificial, dizendo: “Quando o preço da inteligência abaixa, a elasticidade aumenta. Nós estamos usando IA para ter soluções para problemas bem complexos.”
Por sua vez, Steve Ballmer, ex-CEO da Microsoft, destacou o papel da empresa no contexto das tensões globais e o desafio das tarifas comerciais. “O fato de sermos uma empresa americana é uma questão muito grande. Isso realmente muda a questão. Outros países vão tentar investir nos seus próprios países agora”, comentou. “A boa notícia é que o modelo núcleo da Microsoft não muda. Quando você olha para todos os empregos que temos, todos os investimentos que fazemos, é isso que nos diferencia.”
A conversa também incluiu uma reflexão sobre o legado da empresa. Bill Gates compartilhou um momento nostálgico, lembrando como ele e Paul Allen se uniram para investir no software, o que ajudou a criar a fundação da Microsoft. “Nós entendemos que a melhor coisa que poderíamos trazer era investir em software. E foi aí que eu saí da faculdade e tive que entender se eu ia para o Vale do Silício ou se eu ficava aqui em Seattle”, disse Gates.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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