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Mercado de smartphones na China cresce 3,3% no 1º tri; Xiaomi retoma liderança e Apple perde espaço
Publicado 23/04/2025 • 08:48 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 23/04/2025 • 08:48 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
REUTERS/Go Nakamura
Pessoas visitam o estande da Xiaomi durante um dia de imprensa no Salão do Automóvel de Xangai, na China, em 23 de abril de 2025.
O mercado de smartphones na China registrou um crescimento de 3,3% no primeiro trimestre de 2025, na comparação anual, superando a média global de 1,5%, segundo dados da consultoria IDC (International Data Corporation).
De acordo com o levantamento, o crescimento foi impulsionado pelos subsídios do governo chinês, estendidos aos smartphones em janeiro, e pela alta nas vendas durante o Festival da Primavera — tradicional período de compras no país. No total, foram enviadas 71,6 milhões de unidades entre janeiro e março.
Apesar do desempenho acima da média global, o resultado ficou abaixo das projeções da própria consultoria. “O efeito dos subsídios sobre a demanda dos consumidores foi modesto”, disse Arthur Guo, analista sênior da IDC China. Ele ainda destacou que a complexidade na implementação do programa e o nível dos subsídios também limitaram o alcance da iniciativa.
Mesmo diante das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, o cenário atual ainda foi visto com algum otimismo. “As tensões geram incertezas, mas o crescimento no primeiro trimestre deu aos players do mercado uma posição mais forte para enfrentar os desafios do restante do ano”, avaliou Will Wong, gerente sênior de pesquisa da IDC Ásia/Pacífico.
Um dos destaques do período foi a Xiaomi, que voltou à liderança do mercado chinês após quase uma década. Segundo a IDC, a empresa se beneficiou diretamente dos subsídios, que foram bem recebidos pelo seu público-alvo, mais sensível ao preço.
Em seguida, aparecem a Huawei, OPPO e Vivo Mobile.
Por outro lado, a Apple perdeu espaço no país. “A estrutura de preços premium impediu que a Apple aproveitasse os incentivos do governo”, disse Wong.
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