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Bolsas da Ásia e do Pacífico fecham mistas, após pausa em NY com dados fracos
Publicado 05/06/2025 • 08:08 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 05/06/2025 • 08:08 | Atualizado há 8 meses
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Pixabay
As bolsas da Ásia e do Pacífico encerraram os negócios desta quinta-feira (5) sem direção única, à medida que o recente ímpeto positivo de Wall Street perdeu força na esteira de dados frustrantes dos EUA, que sugerem possível impacto da política tarifária do governo Trump.
O índice japonês Nikkei caiu 0,51% em Tóquio, a 37.554,49 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi avançou 1,49% em Seul, a 2.812,05 pontos, estendendo ganhos pós-eleição presidencial, o Hang Seng subiu 1,07% em Hong Kong, a 23.906,97 pontos, e o Taiex registrou alta de 0,26% em Taiwan, a 21.674,43 pontos.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,23%, a 3.384,10 pontos, no terceiro pregão positivo seguido, e o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,53%, a 2.010,13 pontos.
Na Oceania, a bolsa australiana teve baixa marginal, após duas sessões consecutivas de ganhos. O S&P/ASX 200 caiu 0,03% em Sydney, at 8.538,90 pontos.
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Ontem, os mercados acionários de Nova York fecharam mistos e com pequenas variações, sem força para dar continuidade aos ganhos dos dois pregões anteriores, após dados fracos do mercado de trabalho e do setor de serviços dos EUA alimentarem preocupações sobre os efeitos do vai-e-vem da política tarifária de Washington.
Relatório da ADP mostrou que o setor privado dos EUA criou apenas 37 mil empregos em maio, o menor número em mais de dois anos, enquanto o PMI de serviços elaborado pelo ISM apontou a primeira contração no setor em quase um ano.
Os indicadores decepcionantes vieram em um momento de impasse nas negociações comerciais entre EUA e China. Em postagem na rede social Truth Social, o presidente Donald Trump disse ontem que é “extremamente difícil” fechar um acordo tarifário com o homólogo chinês, Xi Jinping. Hoje, há expectativa de que Trump converse por telefone com o recém-empossado presidente sul-coreano, Lee Jae-myung.
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