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Relatório do Fed aponta que tarifas podem ter influência em repique na inflação de bens nos EUA
Publicado 20/06/2025 • 14:32 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 20/06/2025 • 14:32 | Atualizado há 10 meses
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Selo do Federal Reserve americano
O Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), em relatório de política monetária apresentado ao Congresso dos Estados Unidos, apontou que a inflação continuou a se moderar este ano no país, embora permaneça relativamente elevada. De acordo com a autoridade, há alguns sinais iniciais de que tarifas mais altas sobre importações de produtos dos EUA estão elevando os preços de certos bens de consumo.
Segundo o documento, o mercado de trabalho está em boa forma no país, com um ritmo moderado de criação de empregos até agora neste ano e a taxa de desemprego em um nível baixo.
“Os efeitos sobre os preços ao consumidor nos EUA do aumento das tarifas de importação neste ano são altamente incertos, visto que a política comercial continua evoluindo, e ainda é cedo para avaliar como os consumidores e as empresas responderão”, aponta o Fed.
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Embora as medidas de expectativas de inflação de curto prazo tenham subido acentuadamente neste ano, refletindo preocupações com tarifas, a maioria das medidas de expectativas de longo prazo permaneceu dentro da faixa de valores observada na década anterior à pandemia e continua amplamente consistente com a meta de inflação de 2%, aponta o Fed.
“A atual postura da política monetária da autoridade a deixa bem posicionada para aguardar por mais clareza sobre as perspectivas de inflação e atividade econômica e para responder no tempo correto a potenciais desenvolvimentos”, avalia.
Embora o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) real tenha sido pausado no primeiro trimestre, o crescimento da demanda doméstica final privada foi moderado, refletindo um aumento modesto nos gastos do consumidor e um salto nos gastos de capital, avalia o Fed. No entanto, as medidas de sentimento das famílias e das empresas caíram este ano em meio a preocupações com os efeitos de tarifas mais altas sobre a inflação e o emprego, bem como à maior incerteza sobre as perspectivas econômicas.
O Fed também continuou reduzindo suas participações em Treasuries e títulos lastreados em hipotecas de agências (MBS) e, a partir de abril, desacelerou ainda mais o ritmo de declínio para facilitar uma transição suave para amplos saldos de reservas. O funcionamento do mercado de Treasuries permaneceu ordenado, mas a liquidez caiu significativamente para níveis vistos pela última vez no início de 2023, aponta.
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