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“O governo tem outras fontes para fechar as contas deste ano”, diz economista do BTG
Publicado 01/07/2025 • 21:42 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 01/07/2025 • 21:42 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
A judicialização do IOF é um tema mais político do que econômico, avaliou Samuel Pessôa, economista do BTG Pactual e do FGV Ibre, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC.
“Para o funcionamento da economia macro, o que vai acontecer com a inflação, esse tema não é tão importante. Esse dinheiro do IOF não é crucial para o orçamento de 2025, e o governo tem outras fontes para fechar as contas deste ano.”, ele afirmou.
Segundo o especialista, a disputa entre Executivo e Congresso reflete o clima pré-eleitoral. “O presidente Lula antecipou o processo eleitoral e quer ter mais dinheiro para aumentar as chances dele se reeleger. O Congresso, que é de centro-direita, não está muito disposto a aumentar as chances do presidente porque isso atrapalha a eleição de um nome mais alinhado com ele”.
Pessoa também traçou um cenário econômico para 2025: “A gente vai ter uma economia desacelerando um pouquinho porque o Banco Central mantém a taxa de juros muito alta. Ao mesmo tempo, devemos ter uma safra boa, com impacto positivo na inflação de alimentos, que pode ficar entre 4% e 5%, o que dá algum alívio para o governo”.
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Ao comentar os discursos do presidente e do ministro da Fazenda, o economista foi direto. “Me parece que agora ele faz um discurso puramente eleitoral, não é muito técnico. O processo eleitoral já está totalmente na rua e o presidente está construindo o seu discurso para tentar se reeleger no ano que vem”.
O especialista também criticou o uso do IOF como fonte de arrecadação: “É um imposto horroroso. Tem função regulatória, não arrecadatória, e o governo fez uma gambiarra para tentar usá-lo assim. Apesar de haver méritos na medida provisória enviada, falta um redesenho mais estruturado da tributação. A gente está improvisando para tapar buraco”.
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