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Ataque ao sistema financeiro brasileiro expõe fragilidade digital e acende alerta no PIX, diz CEO da Scunna
Publicado 03/07/2025 • 12:44 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 03/07/2025 • 12:44 | Atualizado há 8 meses
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O ataque hacker a C&M Software expôs fragilidades graves na estrutura digital do sistema financeiro, disse Gustavo Gonçalves, CEO da Scunna, em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC. “Esse ataque, que ocorreu agora no dia 1º, é considerado o maior ataque ao sistema financeiro brasileiro da história. Estamos falando de um ataque que movimentou cerca de R$ 1 bilhão, com tentativa de transformar esse dinheiro em criptomoedas para dificultar o rastreio”.
Segundo ele, a C&M tem um papel estratégico na infraestrutura bancária nacional. “Ela está na cadeia de fornecedores financeiros brasileiros e tem um market share bastante relevante. É responsável por mais de 50% do mercado de transferência de mensagens, incluindo as transações do PIX entre instituições financeiras”.
A resposta institucional foi imediata, mas trouxe prejuízos operacionais, afirmou o executivo. “Como resposta ao incidente, o Banco Central ordenou à C&M que desativasse seu sistema, o que prejudicou praticamente metade das instituições brasileiras no momento em que ela derrubou o sistema para evitar novas fraudes”.
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Gustavo disse não haver clareza sobre todos os métodos usados no ataque, mas os indícios preocupam: “Foram utilizadas credenciais de usuários do sistema, de clientes e instituições financeiras. Muito provavelmente, esses atacantes tinham um conhecimento bastante profundo do sistema de pagamentos brasileiro para executar a ação de forma tão orquestrada e rápida”.
Apesar dos riscos, o setor avança em defesa digital. “A indústria de cibersegurança tem trabalhado constantemente e avançado muito. Hoje conseguimos detectar anomalias em tempo real, como foi feito ao impedir a conversão de grande parte dos valores em criptomoedas. Esse tipo de monitoramento é essencial para mitigar riscos”, afirmou o especialista.
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