Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Fiemg diz que manutenção de aumento do IOF penaliza setor produtivo
Publicado 17/07/2025 • 15:14 | Atualizado há 7 meses
EXCLUSIVO: Franquias em crise? Entenda o dilema bilionário dos estúdios de Hollywood
EXCLUSIVO Corrida a Pequim: Líderes mundiais buscam na China proteção contra a imprevisibilidade de Trump
CEO da bolsa da Indonésia renuncia após perda de US$ 84 bilhões no mercado
Gigante global: fundo da Noruega bate recorde e lucra US$ 1,38 trilhão em 2025
EXCLUSIVO: Trump adverte Reino Unido sobre reaproximação com a China: “Muito perigoso”
Publicado 17/07/2025 • 15:14 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
© CNI/José Paulo Lacerda/Direitos reservados
CNI projeta crescimento mais fraco do PIB em 2026
A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) manifestou preocupação com a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes proferida na quarta-feira (16), que manteve o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em diversas operações, suspendendo apenas a cobrança sobre o chamado risco sacado.
A federação reconheceu que a decisão corrigiu a inconstitucionalidade do decreto do governo em relação ao risco sacado, sustentando que essa cobrança configuraria “uma nova hipótese de incidência tributária sem respaldo legal”. Mas ponderou.
“A manutenção dos aumentos nas alíquotas do IOF para compras internacionais, remessas ao exterior, empréstimos a empresas, seguros VGBL e fundos de investimento em direitos creditórios segue penalizando o setor produtivo e fragiliza ainda mais a economia brasileira”.
Leia mais
Governo celebra decisão de Moraes sobre IOF e fala em retomada da harmonia entre os Poderes
Queda do IOF pode impactar 0,2 pp do PIB anual em receitas até 2035, estima Tesouro Nacional
A entidade prosseguiu. “Em um cenário de juros elevados e crescimento econômico estagnado, o aumento da carga tributária sobre operações financeiras, que são muitas vezes estratégicas para o setor produtivo, aumenta o custo do crédito, reduz a liquidez das empresas e compromete a capacidade de investimento e geração de empregos na indústria nacional”.
Por fim, a Fiemg alegou que esse tipo de decisão provoca uma instabilidade institucional e cria um “vai-e-vem” jurídico entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, contribuindo para a instabilidade regulatória e a insegurança jurídica, prejudicando o ambiente de negócios e a competitividade do Brasil.
A federação ainda pediu que o governo priorize “políticas responsáveis e transparentes que promovam a redução do Estado por meio da reforma administrativa”.
__
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Relatório aponta distorções bilionárias e crise de liquidez na Patria Investimentos; Fundo nega
2
Morre aos 42 anos Daniel Rocha, fundador da rede Açaí no Grau
3
Justiça bloqueia R$ 150 milhões da Fictor após tentativa polêmica de compra do Banco Master
4
Ouro e prata despencam após anúncio de Kevin Warsh para o Fed
5
“O fim de um ciclo”: fundadores da Growth Supplements comentam saída