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Em julho, viaje mais barato (ou menos caro)
Publicado 25/06/2025 • 10:39 | Atualizado há 9 meses
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Publicado 25/06/2025 • 10:39 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Viajar em julho é, tradicionalmente, um desafio orçamentário.
Verão e alta temporada no hemisfério norte, férias escolares, demanda aquecida e, em 2025, o acréscimo silencioso da inflação nos custos operacionais das companhias aéreas e da hotelaria. Ainda assim, há caminhos — e muitos deles apontam para o leste da Europa e para Marrocos e Sudeste Asiático.
E ainda com o Real super desvalorizado frente ao Dólar e o Euro…


Mesmo com algumas promoções pontuais, julho segue sendo um mês de alta demanda e preços elevados, principalmente em destinos mais tradicionais da Europa Ocidental.

Sim, viajar para o Leste Europeu pode ser significativamente mais barato do que visitar Paris, Londres ou Roma. O custo de vida mais baixo, moedas locais desvalorizadas e um turismo menos saturado fazem a diferença.
O que torna o Leste Europeu mais barato:
Países com ótimo custo-benefício:


Viajar para o Sudeste Asiático costuma ser mais barato do que para outras regiões, especialmente em países como Vietnã, Camboja, Laos e Tailândia. O custo de vida é consideravelmente mais baixo — e isso se reflete em todos os aspectos da viagem:
É um destino ideal para quem viaja com orçamento controlado e tempo mais flexível, com grande recompensa cultural.
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Julho de 2025 será, como sempre, uma temporada cara — mas não precisa ser proibitiva. Com planejamento, flexibilidade e escolhas menos óbvias, é possível viajar com economia, cultura e conforto. E talvez seja justamente fora dos roteiros tradicionais que se encontrem as melhores experiências.
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Analista Econômico do Jornal Times Brasil e do Money Times, é Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Mestre e Doutor em Administração de Empresas com ênfase em Economia pela FGV.
Atuou como Professor de Economia e Estratégia de Negócios na EESP-FGV e atualmente coordena Curso Desenvolvimento de Negócios Imobiliários na EAESP-FGV. Trabalha há mais de 30 anos no mercado imobiliário de São Paulo, em incorporadoras e construtoras de alto padrão, assim como em fundo imobiliário. Atualmente é CEO de importante empresa patrimonialista imobiliária.
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