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Alckmin sobre derrubada do tarifaço: “Agora, podemos aumentar a parceria comercial com os EUA”
Publicado 20/02/2026 • 17:04 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 20/02/2026 • 17:04 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O presidente em exercício Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços do Brasil, falou em coletiva nesta sexta-feira (20) após a derrubada do chamado ‘tarifaço’ de Donald Trump pela Suprema Corte dos Estados Unidos e a coletiva do presidente americano.
Alckmin afirmou que, com a decisão da corte, o Brasil pode voltar a ter uma parceria comercial benéfica com os EUA. “Já estava havendo uma redução através das conversas entre Trump e o presidente Lula, além da participação da iniciativa privada”.
Estabelecendo um limite jurídico à política comercial da Casa Branca, a Suprema Corte dos EUA anulou nesta sexta-feira o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) para a criação de impostos de importação.
Por seis votos a três, o tribunal definiu que a legislação de 1977 não concede ao Executivo o poder de instituir tarifas de forma unilateral, prerrogativa que a Constituição americana atribui ao Congresso.
Essa decisão anulou as tarifas criadas por Trump em 2025. O julgamento confirmou treze decisões de instâncias inferiores que já haviam apontado o excesso de autoridade no pacote anunciado em abril 2025.
Leia mais:
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Em coletiva na tarde desta sexta-feira (20), Trump criticou a decisão da Suprema Corte e anunciou uma nova tarifa global de 10%, que pode durar até 150 dias, período em que o governo americano vai estudar a criação de novos valores para tarifar países específicos.
O “tarifaço” de Donald Trump incidiu sobre cadeias globais com alíquotas que chegaram a 50%, sob a justificativa de emergência econômica e soberania nacional. Em 2025, essas medidas geraram uma arrecadação estimada entre US$ 200 bilhões (cerca de R$ 1,05 trilhão, na cotação atual) e US$ 289 bilhões (R$ 1,51 trilhão), sendo que mais de US$ 129 bilhões (R$ 675,96 bilhões) foram fruto especificamente das taxas baseadas na IEEPA.
O Brasil figurou entre os países afetados diretamente pelas sobretaxas em diferentes fases. Em julho de 2025, o aumento das alíquotas reduziu a competitividade de setores industriais e de commodities no mercado norte-americano.
A derrubada das tarifas sinaliza uma potencial recuperação das exportações brasileiras e pode influenciar o mercado financeiro global. Economistas indicam que a redução das barreiras tende a diminuir a pressão inflacionária nos Estados Unidos, uma vez que produtos importados ficam mais baratos para o consumidor final.
Esse cenário pode dar margem para que o Federal Reserve inicie uma trajetória de queda nos juros, o que historicamente reduz a força do dólar frente ao real e favorece o fluxo de capital para mercados emergentes.
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