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Bitcoin ganha em março volátil e encerra trimestre com perdas de 27,25%
Publicado 31/03/2026 • 22:35 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 31/03/2026 • 22:35 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: Freepik
Criptomoedas
O Bitcoin conseguiu fechar março no azul, em alta de 3,67%, quebrando uma sequência negativa que vinha desde setembro, mas sem entregar uma trajetória consistente, segundo dados do Trademap. No acumulado de 2026, entretanto, o resultado foi de queda de 27,25%, após baixas vertiginosas em janeiro (13,86%) e fevereiro
Durante o período, o ativo navegou por uma faixa larga de preços: chegou a encostar os US$ 74 mil e até flertar com US$ 76 mil, mas não teve fôlego para sustentar esses níveis. Do outro lado, voltou a rondar os US$ 65 mil antes de fechar o mês próximo dos US$ 67 mil, acumulando uma valorização modesta neste mês, na casa de 3%.
Segundo André Matos, CEO da MA7 Negócios, as variações acontecem em meio ao ruído geopolítico no Oriente Médio e à recalibragem das expectativas sobre juros nos Estados Unidos. “Os ativos mais sensíveis a juros, como tecnologia e criptomoedas, registraram quedas expressivas, com destaque para Ethereum (-33,01%) e Nasdaq (-8,60%), pressionados pela expectativa de manutenção de juros altos nos Estados Unidos”, afirmou.
O desempenho veio embalado por uma volatilidade considerável. A distância entre os extremos do mês girou em torno de 14%, num cenário marcado por liquidações rápidas e mudanças bruscas de direção — um mercado que parece ter tirado o pé do acelerador depois da alta recente e agora reage mais aos fluxos de curto prazo do que a convicções de longo.
O pano de fundo global pesou. A intensificação das tensões envolvendo o Irã pressionou o petróleo e reacendeu preocupações inflacionárias, enquanto o Federal Reserve reforçou a sinalização de juros elevados por mais tempo. O resultado é que há menos liquidez no sistema e um apetite menor por risco, o que faz com que ativos voláteis sintam o baque primeiro.
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