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Petrobras quer antecipar saída de 50 poços de petróleo por segurança ambiental
Publicado 31/03/2026 • 23:01 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 31/03/2026 • 23:01 | Atualizado há 2 meses
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Foto: Reuters
Matéria corrigida às 12h13 do dia 1 de abril: A matéria publicada anteriormente, na quarta-feira, 31 de março, trazia uma incorreção no primeiro parágrafo. O cargo do profissional da Petrobras é gerente geral de Projetos de Descomissionamento, e não gerente executivo de Águas Ultraprofundas como havia sido informado. Segue a versão corrigida.
A Petrobras busca iniciar o descomissionamento da FPSO Cidade de Santos, previsto para 2027, ainda em 2026. O movimento de antecipação da reciclagem de unidades e de destinação sustentável de mais de 500 poços não é isolado, de acordo com o gerente geral de Projetos de Descomissionamento da Petrobras, Carlos Castilho.
“A ideia da Petrobras é antecipar. No próximo Plano de Negócios, vamos antecipar a saída de plataformas por questões de segurança e integridade ambiental”, disse ele.
Após 2031, a estatal prevê a saída de 50 plataformas, sendo 43 fixas. “O descomissionamento já começou, as empresas estão sendo consultadas e a destinação será para quem tiver melhor estrutura”, complementou.
O executivo participou de evento no Rio de Janeiro, organizado pela FGV Energia, sobre descomissionamento, comissionamento, atividades de operação e manutenção de FPSOs em Sergipe. Desde 2021, a Petrobras está desmobilizando plataformas no estado. A partir de 2031, estão previstas cinco saídas de um total de 26 plataformas.
“Se o Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB) estiver preparado, vai acontecer no próprio estado”, comentou ele.
De acordo com os resultados de um estudo em desenvolvimento conduzido pela FGV Energia antecipado pelo Broadcast, o TMIB, em Barra dos Coqueiros (SE), e atrelado ao consórcio formado pela Petrobras e pela VLI, é uma peça-chave para a economia sergipana, mas desafios estruturais podem limitar o pleno aproveitamento.
Dentro do Plano de Negócios 2026-2030, a Petrobras prevê US$ 9,7 bilhões para a destinação sustentável de equipamentos e o abandono de poços.
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