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Bolsa dos EUA reage a possíveis anúncios de novas tarifas recíprocas de Trump
Publicado 07/02/2025 • 16:15 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 07/02/2025 • 16:15 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Tarifa de Trump não deve ter impacto significativo sobre o Brasil
Pixabay.
Os principais índices de ações dos Estados Unidos recuam nesta sexta-feira (7), por causa de declarações do presidente Donald Trump, que sinalizou que pretende anunciar novas tarifas recíprocas sobre importações de diversos países na próxima semana –a informação foi publicada pela agência Reuters.
O índice Dow Jones recuou 257 pontos, ou 0,6%, e o S&P 500 perdeu 0,5%. O Nasdaq Composite caiu 1%, apagando a maior parte dos ganhos acumulados ao longo da semana.
De acordo com a Reuters, ele deve impor tarifas em produtos de países que cobram suas tarifas de bens americanos. No entanto, ainda não está claro quais países serão afetados.
O presidente e seus principais assessores dizem acreditam que o dinheiro arrecadado com tarifas mais altas sobre produtos importados vai ser suficiente para que o governo não perca receita com outros cortes de impostos.
Segundo analistas independentes, esses cortes de impostos podem fazer com que a dívida pública dos EUA suba em trilhões de dólares.
Nos últimos anos, tarifas sobre importações representaram 2% da arrecadação anual dos EUA –ou seja, dificilmente o dinheiro arrecadado com tarifas seria suficiente para compensar os cortes de impostos.
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Segundo a Reuters, Trump e os republicanos pretendem apresentar neste fim de semana um pacote de cortes de impostos e gastos, após uma reunião de cinco horas na Casa Branca.
A proposta, porém, deve enfrentar dificuldades no Congresso, onde os republicanos possuem maioria estreita na Câmara e no Senado. Para aprovar o projeto sem apoio da oposição, o partido pode recorrer a manobras orçamentárias para driblar os democratas.
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Seguir no GoogleTrump deve jantar com senadores republicanos nesta sexta-feira e assistir ao Super Bowl no domingo ao lado do presidente da Câmara, Mike Johnson.
Em uma audiência no Senado na quinta-feira (6), o indicado por Trump para o cargo de representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que outros países precisarão reduzir barreiras às exportações americanas se quiserem manter acesso ao mercado dos EUA. Ele citou o Vietnã como um dos países que podem ser pressionados a adotar mudanças.
“Se minha nomeação for confirmada, precisarei visitar esses países e explicar que, se quiserem continuar exportando para os Estados Unidos, precisaremos de mais reciprocidade”, disse Greer.
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