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Brasil e Reino Unido alcançam R$ 89,7 bilhões em trocas comerciais
Publicado 12/02/2026 • 19:05 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 12/02/2026 • 19:05 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
O comércio entre o Brasil e o Reino Unido cresceu 10,5% e somou US$ 17,3 bilhões (R$ 89,7 bilhões) no período de setembro de 2024 a setembro de 2025. As exportações do Reino Unido para o Brasil alcançaram cerca de US$ 10,4 bilhões (R$ 5401 bilhões), enquanto as exportações brasileiras chegaram a US$ 6,9 bilhões (R$ 35,9), um avanço de 13,3% em 12 meses. Os números fazem parte do relatório Brazil–UK Trade and Investment Factsheet.
De acordo com a Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham), o resultado reflete a combinação de maior exportação de serviços do Reino Unido ao mercado brasileiro e a expansão das importações britânicas de bens e serviços brasileiros.
Como resultado dessa dinâmica, o Reino Unido manteve um superavit comercial com o Brasil estimado em cerca de US$ 3,5 bilhões (R$ 18,2 bilhões), refletindo o peso dos serviços britânicos na balança bilateral.
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Na avaliação da Britcham, apesar de o Brasil ocupar a 26ª posição entre os parceiros comerciais do Reino Unido, o ritmo recente de crescimento indica uma intensificação das trocas e maior diversificação da pauta comercial.
Segundo o documento, o setor de serviços respondeu por pouco mais da metade do total exportado pelo Reino Unido e avançou 10,9% em 12 meses, com destaque para serviços empresariais e técnicos, além de serviços financeiros, de transporte e viagens. As exportações de bens cresceram em ritmo mais moderado, de 6,5%.
Em relação às exportações brasileiras, o crescimento foi puxado principalmente pelos bens, cujas vendas aumentaram 15,4%, com destaque para bebidas e tabaco, carnes e produtos cárneos e máquinas e equipamentos industriais intermediários. As importações de serviços brasileiros também cresceram, em torno de 9,2%, contribuindo para a expansão do comércio total.
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O presidente da Britcham, Fabio Caldas, destaca que também houve avanço nos estoques de investimento direto entre Brasil e Reino Unido, indicando que a expansão do comércio ocorre em paralelo a um maior compromisso de longo prazo das empresas, especialmente em setores de maior valor agregado.
“Esse crescimento consistente reflete uma mudança importante na relação entre os dois países. O comércio deixou de ser focado apenas em bens tradicionais e passou a incorporar cada vez mais serviços, que têm maior valor agregado”, avalia Caldas.
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